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Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Prefeito de Senador Canedo defende candidatura de Sandro Mabel � Governador em 2010

Hoje (30) pela manh�, durante a apresenta��o do programa C� Entre N�s, o prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso (PR), foi entrevistado por Altair Tavares, Marcelo Heleno e Vassil Oliveira, por telefone e ao vivo. O assunto debatido entre os quatro foi o fato de, no �ltimo final de semana, o nome do deputado Sandro Mabel (PR) ter sido lan�ado como op��o ao governo do Estado nas Elei��es 2010.

Durante sua participa��o, que durou cerca de cerca de 15min, Vanderlan defendeu que o PR lance candidato pr�prio em 2010. O prefeito de Senador Canedo ainda adiantou que, com certeza, uma alian�a formada entre PP, o DEM, o PR e o PSB, podem os deixar mais fortes.

A entrevista

Vanderlan foi questionado pelo diretor de jornalismo da R�dio 730, Altair Tavares, sobre o fato de, h� tempos, o prefeito ter citado o nome de Marconi Perillo como um 'bom candidato', o de sua prefer�ncia inclusive. �Porque a mudan�a?�, perguntou Altair.

E ele respondeu: �na verdade, eu sempre disse que Goi�s tem bons candidatos. Eu citava o nome do senador Marconi Perillo, o nome do prefeito �ris Rezende, Henrique Meirelles, ali�s, Goi�s est� nessas Elei��es 2010 com bons candidatos�, disse Vanderlan.

Alian�as

Sobre a possibilidade de outras �siglas� se juntarem ao PR para a forma��o de alian�as, ele foi positivo e incisivo. �Com certeza! Eu acho que uma alian�a com o PP, o DEM, o PR, e n�s tamb�m vamos ter o PSB, ser� forte�, afirmou o prefeito de Senador Canedo.

Apoio do governo

O apoio do atual governador � tido como fundamental para os pr�-candidatos do PR. Questionado sobre a viabilidade de candidatura ocorrer, mesmo sem o �sim� de Alcides, o entrevistado se mostrou confiante.

�Eu acredito que sim, mas o apoio, nessa altura do campeonato, � fundamental. N�s temos certeza, o governador est� defendendo uma outra op��o apoiado pelo PP�, afirmou o prefeito.

Como definir�o o candidato?

O atual momento � amistoso entre as lideran�as do PR. Sandro Mabel est� conversando com o Ronaldo Caiado, com Jorcelino Braga e com o presidente do PP, para que o candidato seja definido. �O que n�o pode � ficar polarizado no senador Marconi Perillo e o prefeito �ris Rezende�, reclama Vanderlan Cardoso.

Ou�a a entrevista completa aqui

Jornal O Cidad�o

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Laudeni fica sem mandato

O secret�rio extraordin�rio do Governo do Estado, Daniel Messac (PSDB), anunciou ontem � tarde que voltar� para seu cargo de deputado estadual na Assembleia Legislativa. O deputado, que � se-gundo suplente do deputado eleito Ernesto Roller (PP), atual secret�rio de Seguran�a P�blica, voltar� no lugar da deputada Laudeni Lemes (PP), quarta suplente.

Messac disse ao Di�rio da Manh� que a base do PSDB cobrou que ele retornasse � Assembleia para apresentar projetos de interesse do partido. �J� cumpri todas as tarefas que me foram dadas enquanto estive na secretaria�. O tucano fez quest�o de frisar que sua volta � em clima harmonioso e n�o tem nenhum problema com Laudeni, nem com o governador Alcides Rodrigues. �Darei continuidade ao trabalho de Laudeni. Continuarei defendendo Alcides e os projetos do governo�.

Laudeni contou que n�o foi avisada sobre sua sa�da do cargo. �Vou esperar o governador me telefonar�. A parlamentar n�o quis se aprofundar na quest�o, mas � bom lembrar que no in�cio do m�s ela trocou o PSDB pelo PP. Indagado se anunciou sua volta a Laudeni, Messac afirmou que disse a ela, informalmente, na semana passada.

Krebs exige quebra de sigilo e lan�a desafio contra advogado

A Comiss�o Parlamentar de Inqu�rito (CPI) que investiga o endividamento da Celg na Assembleia Legislativa tem incitado confrontos que v�o al�m das vers�es conflituosas de governos que geriram a estatal. O duelo agora se d� entre o promotor de Justi�a Fernando Krebs e o advogado Adilson Ramos J�nior. Ambos j� depuseram � CPI.

O advogado afirmou que o Minist�rio P�blico, que move a��es por improbidade administrativa contra o escrit�rio em que atua, em raz�o de contratos firmados com dispensa de licita��o com a estatal, age por motiva��es pol�tico-partid�rias. A resposta de Krebs veio em forma de desafio. �Est� lan�ado. Se quebrarmos o sigilo banc�rio dele e n�o encontrarmos nenhuma irregularidade, eu renuncio � promotoria.�

A quebra de sigilo banc�rio e fiscal de dois escrit�rios de advocacia contratados pela Celg � Alcimar de Almeida Advogados Associados e Ramos Advocacia, representado por Adilson � j� havia sido defendida pelo promotor na segunda-feira (26), em depoimento na Assembleia. O argumento � o de que a quebra permitiria rastrear o destino de recursos provenientes do cofre p�blico. Segundo o MP, os dois escrit�rios receberam da Celg R$ 44 milh�es. Krebs chegou a provocar. �Quem n�o deve, n�o teme�. O desafio lan�ado ontem em conversa com DM evidencia convic��o do promotor em rela��o � exist�ncia de irregularidades � ou, menos prov�vel, disposi��o em deixar o cargo.

No dia seguinte, em depoimento, o advogado disse n�o ter nada a temer. Apesar do discurso tranquilo, rejeita realiza��o � quebra do sigilo. Membro-titular da CPI, o deputado Jos� Nelto (PMDB) diz ter informa��es de que a Ramos Advocacia dividiu R$ 17 milh�es dos honor�rios com diretores da Celg.

Os depoimentos � CPI da Celg trouxeram � tona o jogo de acusa��es de ambos os lados. Na a��o contra o advogado, que est� na 1� Vara da Fazenda P�blica, o MP pede bloqueio de bens de Adilson. O advogado, por sua vez, levantou suspei��o que Krebs agiu movido por interesses pol�ticos. Segundo ele, a suspei��o est� sob an�lise da Corregedoria-Geral do MP. Krebs afirmou ontem que todas as suspei��es foram julgadas improcedentes pela Corregedoria do MP.

Os �p�s�
Krebs utilizou o hist�rico de atua��o � frente da 57� Promotoria de Goi�nia para refutar as insinua��es do advogado Adilson J�nior de que esteja agindo sob motiva��es pol�tico-partid�rias. �J� processei na promotoria o prefeito Iris Rezende (PMDB), Marconi Perillo (senador-PSDB), Neyde Aparecida (secret�ria municipal-PT), Del�bio Soares (ex-PT), Pedro Canedo (PP), Evandro Magal (PP)... gente de todos os �p�s� da vida. O MP n�o age politicamente e muito menos esse promotor que vos fala.�

Ele admite que n�o � a primeira vez que o MP ouve esse tipo de insinua��o, mas destaca que ela geralmente parte dos pol�ticos. �Normalmente, s�o os pol�ticos que acusam o MP de agir politicamente.� Bate na tecla da isen��o, e atribui a declara��o � estrat�gia para desviar o foco das den�ncias sobre ele pr�prio. �Em vez de fazer defesa t�cnica, preferiu partir para ataque pessoal.�


Deputado tamb�m provoca

Al�m do desafio lan�ado pelo promotor de Justi�a Fernando Krebs, o advogado Adilson Ramos J�nior ter� outro duelo pela frente. O deputado estadual Jos� Nelto (PMDB-foto), integrante da CPI da Celg, tamb�m disse que abre seu sigilo banc�rio, caso Adilson quebre o seu sigilo. �Se ele n�o quer abrir seu sigilo � porque tem maracutaia. A CPI vai brigar at� o �ltimo minuto para conseguir a quebra do sigilo banc�rio do senhor Adilson�, explicou.

A CPI da Celg vota, no pr�ximo dia 12 de novembro, a quebra de sigilo de Adilson Ramos e tamb�m do advogado Alcimar de Almeida. Os dois s�o acusados pelo Minist�rio P�blico de receberem da estatal R$ 44 milh�es em contratos sem licita��o. Nelto disse que, at� o momento, ele tem dois votos para conseguir as quebras de sigilo � precisa de mais um.

�Eu e o Aidar (Humberto, do PT) vamos votar pela quebra. Somos cinco deputados na CPI e precisamos de apenas mais um para sermos maioria. Acredito que o presidente (Helio de Sousa, do DEM) tamb�m vai votar com a gente�, disse. Al�m dos tr�s citados acima, os demais integrantes da CPI s�o os deputados Daniel Goulart (PSDB) e Coronel Queiroz (PTB).

Record sofre de �preconceito�

O presidente Luiz In�cio Lula da Silva afirmou ontem que a TV Record, ligada � Igreja Universal do Reino de Deus, � �v�tima de preconceito�, como ele diz j� ter sido. A declara��o foi feita durante discurso na inaugura��o de dois est�dios da rede de televis�o no centro de produ��es Rec Nov, em Vargem Grande, na zona oeste do Rio. Lula mexeu em c�meras e claquetes e, sem saber que microfones � sua volta estavam ligados, perguntou pelo bispo Edir Macedo, fundador da Universal e da Record, que est� em viagem � �frica. Lula citou a atriz Cristina Pereira, contratada da Record que militou pelo PT e fez campanhas ao seu lado. �Cristina sa�a para bater bumbo com metal�rgico, v�tima de preconceito, como a Record � v�tima de preconceito.�

Alcides se esquiva de discutir seu pr�prio projeto pol�tico

O governador Alcides Rodrigues (PP) disse ontem que ainda n�o definiu projeto pol�tico para o pr�ximo ano e que nunca conversou sobre o assunto com a c�pula nacional do partido. Reportagem do jornal O Globo informou na ter�a-feira que, em meio �s negocia��es do PP com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para fechar alian�a na disputa pela Presid�ncia da Rep�blica, estava a exig�ncia de apoio do PT � candidatura de Alcides ao Senado.

�N�o li a mat�ria. Nunca conversei a respeito deste assunto. Tenho me esquivado de assuntos pol�ticos, principalmente os mais pol�micos. N�o tenho nada a declarar, portanto. Vou at� procurar ler (a reportagem)�, disse o governador, em evento de an�ncio da redistribui��o dos recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para Goi�s, no Pal�cio Pedro Ludovico Teixeira (leia reportagem na p�gina 13).

Alcides confirmou que participaria do jantar com a ministra, ontem em Bras�lia, acompanhado do presidente estadual do PP, S�rgio Caiado, secret�rio de Infraestrutura. �Espero que tenha l� uma comida bastante saborosa, al�m � claro de assunto que interessa ao nosso Estado. Vamos l� para ouvir e, se poss�vel e conveniente, vamos tamb�m opinar�, brincou.

O pepista, que � presidente de honra do PP nacional e �nico governador do partido, voltou a dizer que quer lan�ar candidatura pr�pria ao governo, mas repetiu que n�o � o momento de defini��o de nomes. �Todo partido procurar um candidato � natural, l�gico.� Questionado se o PP tem um poss�vel nome ao governo, ele respondeu que h� �v�rios�, sem nomin�-los. �N�o vou nominar porque tenho pregado que n�o � hora de fazer pol�tica. N�o nos assusta hora nenhuma candidaturas j� postas que tenham porcentuais j� um pouquinho maiores que outras ainda n�o postas.�

Celg
Pela manh�, Alcides falou do impacto da crise na Celg no Tesouro Estadual e do risco de atraso de sal�rio do funcionalismo. �Hoje estamos quitando o m�s de outubro. Temos feito uma gin�stica muito grande para que isso aconte�a�, disse, explicando que � alto o valor pago de servi�o da d�vida e as perdas com ICMS n�o pago pela Celg.

�O d�ficit na Celg gira em torno de R$ 70 milh�es por m�s. Imaginem os senhores se tiv�ssemos aplicando esses recursos em obras importantes, programas para a popula��o. No entanto, estamos bancando a Celg�, afirmou, referindo-se aos quase R$ 500 milh�es da d�vida de ICMS da companhia.

Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Her�clito chama Suplicy de �corno� e v�deo vai � web



Um par de v�deos pendurado na web tornou-se oportunidade para uma visita � fronteira que separa o Senado do balc�o de uma birosca.

O Senado � uma coisa, a birosca � outra. Mas, por vezes, os dois ambientes se interpenetram.

Gra�as ao eleitor do Piau�, Her�clito Fortes pertence ao mundo do Senado, n�o ao universo da birosca.

Reza a praxe, que, no ambiente parlamentar, mesmo o pior desafeto deve ser tratado por �excel�ncia� e �nobre colega�.

Por�m, ao discutir suas diferen�as com Eduardo Suplicy num programa de TV piauiense, Her�clito como que encostou a barriga no balc�o da birosca.

Deu-se h� cinco dias. Abandonando a sua reconhecida verve humor�stica, o senador �demo� aproximou-se do canga�o parlamentar.

O apresentador da atra��o formulou a Her�clito a pergunta de uma telespectadora. Queria saber se seus embates com Suplicy eram temperados pela �inveja�.

Vale a pena ouvir Her�clito: �Inveja? Eu n�o sou corno! Eu n�o tenho inveja de corno! Me respeite, menina! [...] Eu vou ter inveja do Suplicy por qu�?�

Em resposta a outra pergunta, Her�clito pespegou em Suplicy um segundo adjetivo acerbo. Disse que o contendor tornou-se um personagem �idiotizado�.

�Depois de ele ter posado de sunga, de calcinha l� nos corredores do Senado, para atender aquela Sabrina Sato, ele idiotizou-se�.

Suplicy decidiu responder a Her�clito com o cavalheirismo do seu sil�ncio. �N�o vou comentar�, disse o senador ao rep�rter.

Pode-se atribuir a Suplicy muitos defeitos. Pode-se dizer que, �s vezes, ele agride a pr�pria imagem. Mas jamais arranhou as boas maneiras.

Num instante em que Her�clito homenageia a ret�rica da birosca, vale aproveitar a visibilidade do banditismo carioca para recordar uma frase.

Um coment�rio que o traficante Elias Maluco fez aos policiais que o estapearam no instante em o conduziam, algemado: �N�o esculacha�.

Ter�a-feira, Outubro 27, 2009

Lula, o filho do Brasil

Ter�a-feira, Outubro 20, 2009

Magal � condenado por improbidade

Suspens�o dos direitos pol�ticos por cinco anos foi uma das penas que a ju�za Elizabeth Maria da Silva, da 1� Vara de Fazenda P�blica Estadual, aplicou ao deputado e l�der do Governo na Assembl�ia, Evandro Magal (PP), por improbidade administrativa. A a��o foi proposta pelo promotor Fernando Krebs, em 2005, quando Magal era presidente da Metrobus e resolveu estampar nas traseiras dos �nibus o s�mbolo de sua campanha para prefeito de Caldas Novas.

A senten�a judicial foi divulgada ontem e prev� ainda o ressarcimento integral do dano ao er�rio p�blico (o valor que a Metrobus gastou com os adesivos) mais pagamento de multa referente a 12 vezes o sal�rio que Magal recebeu na estatal.

�Achei a pena muito pesada para a infra��o cometida, se � que houve infra��o. Quando tomei conhecimento que o Minist�rio P�blico iria propor uma a��o, mandei retirar imediatamente os s�mbolos dos �nibus que j� haviam sido plotados�, argumenta Magal, acrescentando que �n�o houve les�o ao patrim�nio p�blico porque os adesivos eram muito baratos�.

O pepista diz que o recurso j� est� pronto e que deve ser protocolado hoje junto ao Tribunal de Justi�a de Goi�s. Se tiver decis�o desfavor�vel, Magal pode recorrer ainda ao Superior Tribunal de Justi�a e ao Supremo Tribunal Federal.

�� bem prov�vel que uma senten�a definitiva neste processo seja demorada. Mas a decis�o da ju�za � importante no sentido de que o r�u responde hoje pela lideran�a do Governo na Assembleia, n�o � apenas mais um deputado, e nem por isso o uso da m�quina para fins eleitoreiros deixou de ser punido�, analisa Krebs.

Com planos de disputar a reelei��o no pr�ximo ano, Magal enfrenta a��o proposta pelo PSDB por infidelidade partid�ria � ele deixou a sigla tucana para se filiar ao PP no in�cio deste m�s. O processo contra o deputado corre no Tribunal Regional Eleitoral e a relatoria est� tamb�m com a ju�za Elizabeth Maria.

Segunda-feira, Outubro 19, 2009

Elei��es 2010 - Iris e Marconi empatados

O senador Marconi Perillo (PSDB) e o prefeito de Goi�nia, Iris Rezende (PMDB), polarizam a disputa para o governo estadual, mostra a primeira rodada da pesquisa Serpes/O POPULAR sobre as elei��es de 2010, realizada entre os dias 10 e 14. O tucano e o peemedebista, ambos ex-governadores do Estado, est�o tecnicamente empatados nas quatro simula��es � de sete apresentadas aos eleitores � em que s�o colocados em confronto (veja quadro). O senador aparece � frente quando, em vez de Iris, o candidato peemedebista � o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles.

A margem m�xima de erro da pesquisa, que entrevistou 1.001 eleitores, � de 3,1 pontos porcentuais, para mais ou para menos. As simula��es alternam na disputa o senador, os dois peemedebistas, o deputado federal Rubens Otoni, o candidato do PSOL, Washington Fraga, e os tr�s pr�-candidatos apoiados pelo governo de Alcides Rodrigues (PP) � o vice-governador Ademir Menezes (PR), o secret�rio da Fazenda, Jorcelino Braga (PP), e o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM).

Na primeira simula��o, em que todos os pr�-candidatos ao governo s�o apresentados ao eleitor, Marconi tem 38,7% das inten��es, diante de 37,1% de Iris. Meirelles tem 9,1%, Caiado aparece com 3%, Otoni, com 2,4%, Ademir obt�m 0,8%, Braga tem 0,6% e Fraga, 0,1%.

Quando o candidato da base de Alcides � Ademir, Marconi tem 42,7% e Iris, 40,9%. Otoni aparece nesse cen�rio com 4,3% e o vice-governador, com 1,4%. Washington Fraga, tem 0,3%.

Na disputa contra Braga, Marconi tem 43% das inten��es e Iris, 41%. J� Otoni obt�m os mesmos 4,3% da simula��o anterior e o secret�rio da Fazenda, 0,6%. J� Washington Fraga tem 0,4%.

Quando o candidato apoiado pelo governo Alcides � Caiado (DEM), Marconi aparece com 42,2% e Iris, com 40,1%. Otoni obt�m, nesse cen�rio, 4,1% das inten��es de voto e o democrata, 3,2%.

Meirelles
Marconi lidera as outras tr�s simula��es da pesquisa, em que o candidato do PMDB � Meirelles. Quando Otoni e Ademir est�o na disputa, o senador tucano obt�m 56,2% das inten��es de voto. Meirelles aparece com 19,8%. O deputado petista tem 4,7% e o vice-governador, 2,5%. Fraga aparece com 0,2%.

Na simula��o com Braga, Marconi tem 57,2% das inten��es de voto, Meirelles, 20%, Otoni 4,8% e o secret�rio da Fazenda, 0,7%. O candidato do PSOL aparece com 0,3%.

No confronto contra Caiado, Marconi tem 56,2% das inten��es, Meirelles, 19,8% e Otoni aparece com 4,5%. O democrata obt�m, por sua vez, 3,4% das inten��es de votos e Fraga tem 0,2%, mostra a pesquisa Serpes.

Migra��o
Segundo o instituto, quando Iris � retirado das simula��es, 40% dos votos do peemedebista v�o para Marconi e 25% convergem para Meirelles. Os demais se distribuem entre os tr�s candidatos da base aliada de Alcides. O levantamento mostra ainda que, segundo o Serpes, qualquer que seja o cen�rio entre Iris e Marconi, os votos dos outros candidatos se distribuem por igual, mesmo quando o candidato do PMDB na disputa � Meirelles.

Regi�es
A divis�o da pesquisa por regi�es mostra que o desempenho de Marconi � melhor no Entorno de Bras�lia � variando de 49,4% a 60,2% nos quatro cen�rios em que s�o confrontados. J� Iris alcan�a seu melhor resultado em Goi�nia e na Regi�o Central (onde est�o Aparecida, An�polis e Trindade). Na capital, a varia��o do desempenho de Iris � entre 51,8% e 56%. No Centro, vai de 40,8% a 44,7% das inten��es de voto.

Segundo o Serpes, o eleitor de Marconi � predominantemente do sexo feminino, com at� 34 anos de idade. J� Iris tem um eleitorado formado sobretudo por homens e com 35 anos ou mais. Segundo a pesquisa, Capital e Centro seguem Iris e o interior, Marconi.

Quinta-feira, Outubro 15, 2009

Partidos t�m at� dia 14 para apresentar balan�o

Encerrado o prazo para as filia��es, partidos t�m at� dia 14 de outubro para apresentar � Justi�a Eleitoral a lista dos seu novos filiados. As pessoas que n�o constarem na lista n�o poder�o votar nas conven��es estaduais, assim como serem candidatos. O DEM saiu na frente e registrou 302 filia��es somente em Goi�nia.

O presidente metropolitano do DEM, secret�rio de Ci�ncia e Tecnologia, Joel Santanna Braga, afirma que dois nomes de peso aderiram ao partido, mas solicitaram �discri��o�. �Foi uma correria, um trabalho intenso do partido. Muitos vieram para agregar, trabalhar, e ainda s�o ligados a Caiado ou ao senador Dem�stenes Torres�, informa Joel.

De acordo com o secret�rio-geral municipal do PP, Renato Bernardes, o partido recebeu 111 filia��es em Goi�nia e calcula cerca de 400 ades�es no interior do Estado. No entanto, a sigla recebeu poucos nomes de peso, como os deputados estaduais Laudeni Lemes e Evandro Magal, ambos ex-tucanos, do secret�rio da Fazenda, Jorcelino Braga.

O PR recebeu aproximadamente 80 ades�es, a maioria l�deres evang�licos. O PTB filiou 60 pol�ticos em Goi�nia. A sigla saiu fortalecida com a ades�o do empres�rio Jos� Batista J�nior (Friboi). O PSDB recebeu 55 novos membros, entre eles o ex-vice-prefeito de Goi�nia e secret�rio da Fazenda do Distrito Federal, Valdivino de Oliveira, e o suplente de deputado estadual N�dio Leite. O PT estima ter recebido nas semanas finais para o prazo de filia��o cerca de 40 membros. O PMDB foi o �nico partido que n�o soube informar.



REFOR�OS

PMDB � n�o soube informar

Henrique Meirelles (presidente do Banco Central)

Josu� Gouv�ia (ex-PTC e diretor geral do Procon)


PT � 40 filia��es***

Jeov� Alc�ntara (ex-secret�rio municipal de Planejamento)

Wolmir Amado (reitor da UCG)

Wellington Camargo (ex-deputado estadual do PMDB)


PSDB � 55 filia��es

Valdivino de Oliveira (ex-PMDB, ex-vice-prefeito de Goi�nia e secret�rio da Fazenda do Distrito Federal)

N�dio Leite (ex-PP, suplente de deputado estadual)

Harlei (goleiro do Goi�s)



PTB � 60 filia��es***

J�nior do Friboi (empres�rio)

Jorge Braga (cartunista)

Luiz Carlos Bordoni (jornalista)



PR � 80 filia��es***

C�sar Augusto (ap�stolo da Igreja Fonte da Vida e pai do deputado estadual tucano F�bio Sousa)

Roberto Ferreira (ex-PMDB e ex-deputado)

Silmara Vieira (presidente da Agehab)

Mauro Barbosa (diretor-geral do DNIT)

Batista Pereira (apresentador do programa Chumbo Grosso)



DEM � 302 filia��es

Heuler Cruvinel (secret�rio de Habita��o de Rio Verde)



PP � 111 filia��es

Evandro Magal (ex-PSDB, deputado estadual)

Laudeni Lemes (ex-PSDB, deputado estadual)

Jorcelino Braga (secret�rio da Fazenda)

Ary Valad�o (ex-governador)

Maria Valad�o (esposa de Ary)

Renner (cantor sertanejo)

�Tesouro n�o aguenta mais bancar a Celg�

O governador Alcides Rodrigues (PP) disse ontem � noite que o problema do endividamento da Celg precisa ser resolvido o mais r�pido poss�vel. �A Celg � um problema que deve ser resolvido logo, pois o Tesouro Estadual n�o aguenta mais bancar a empresa�, afirmou o pepista, momentos antes de ser homenageado pela C�mara Municipal de Goi�nia com a medalha Pedro Ludovico Teixeira, em virtude de sess�o especial pelo Dia do M�dico.

Segundo informa��es do pr�prio governo, a d�vida total da Celg alcan�a R$ 6 bilh�es, sendo que R$ 1,35 bilh�o � d�bito de curto prazo e precisa ser negociado imediatamente para que a estatal volte a ser adimplente e possa cumprir com seus compromissos � pagar fornecedores e voltar a repassar intregralmente o ICMS ao Estado, por exemplo.

Mas Alcides comentou que, ao menos por enquanto, n�o compensa aceitar a proposta da Eletrobras, que ofereceu R$ 40 milh�es por 41,08% das a��es da companhia. �Se as a��es da Celg forem vendidas, como ela est� endividada, o dinheiro n�o alcan�a uma vig�sima parte da d�vida total.�
O governador prometeu ainda ir a Bras�lia na pr�xima quarta-feira para discutir o assunto nos minist�rios. �Em Goi�s, j� discuti o problema com o presidente do Tribunal de Justi�a, Paulo Teles, com o presidente da Assembleia Legislativa, Helder Valin, integrantes do Minist�rio P�blico e v�rios parlamentares. Na semana que vem, vou a Bras�lia.�

Al�m de pagar os R$ 40 milh�es pelas a��es, a Eletrobras oferece um aporte de R$ 309 milh�es na empresa e garante o empr�stimo de R$ 1,35 bilh�o do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ�mico e Social (BNDES) ao Estado. Por�m, quer mais contrapartida, al�m das a��es. Reivindica a cadeira de vice-presidente (cargo precisa ser criado) e mais quatro cadeiras na diretoria. Assim, a dire��o da Celg seria compartilhada entre o governo do Estado e a empresa federal.

pol�tica
Al�m de falar sobre a Celg, Alcides mandou recado aos pepistas que ainda sonham com a volta da base aliada do tempo novo na disputa pela elei��o ao governo do Estado, em 2010. �Essas pessoas (que querem a uni�o do PP com o PSDB) n�o s�o pepistas e devem procurar outro partido.�
Por enquanto, para fazer o sucessor de Alcides, o PP tem como grande aposta o secret�rio estadual de Fazenda, Jorcelino Braga, que se filiou ao partido recentemente. Outra alternativa � apoiar a candidatura do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM), que j� afirmou que se lan�a ao governo com apoio de Alcides.

homenagem
A sess�o de ontem � noite foi proposta pelo vereador e m�dico Dr. Gian (PTC) e homenageou tamb�m diretores e presidentes de diversas entidades da �rea da sa�de, tai0s como Conselho Regional de Medicina, Sindicato dos M�dicos de Goi�s, Associa��o M�dica, Associa��o dos Hospitais de Goi�s, Ipasgo e Unimed.

Governador se diz honrado com homenagem da C�mara

M�dico especializado em Ginecologia e Obstetr�cia, o governador Alcides Rodrigues (PP) se disse honrado com a homenagem da C�mara de Goi�nia, ontem � noite � ele recebeu a medalha Pedro Ludovico Teixeira, em virtude de sess�o especial pelo Dia do M�dico.

�Estou muito feliz com a comenda, que representa o reconhecimento do esfor�o de todos n�s do governo. E ela, sem d�vida, honra a qualquer um. Me sinto honrado e quero agradecer � C�mara, em nome do Dr. Gian, autor da propositura, que � m�dico, e ao presidente da Casa, Francisco J�nior�, afirmou.

Alcides fez quest�o de lembrar ainda que estende a homenagem a todos os colegas do Estado. �Quero, neste momento, transferir essa homenagem a todos os colegas que est�o espalhados pelos quatro cantos de Goi�s.� O governador, que j� foi dono de hospital, j� realizou ao menos cinco mil partos em Goi�s, principalmente na regi�o de Santa Helena e Acre�na.

Por�m, ao terminar o discurso na C�mara, Alcides, quando descia do p�lpito, foi colocado em uma �saia justa�. Marcos Ant�nio Oliveira, que estava na plateia, gritou pelo nome do governador. A Casa ficou muda e ouviu o senhor dizer que estava, h� quatro anos, procurando pelo filho, que, segundo ele, desapareceu nas m�os da Pol�cia Militar. �Hoje ele estaria com 25 anos�, disse Marcos.

O governador, visivelmente constrangido, chamou o secret�rio de Seguran�a P�blica, Ernesto Roller, que estava no local, para tomar provid�ncias. �� para tomar as devidas e necess�rias provid�ncias com o caso�, afirmou Alcides. Marcos, momentos antes de se reunir em separado com Roller, agradeceu. �Obrigado, governador. Sabia que o senhor atenderia meu pedido�. Roller afirmou ainda que vai se reunir novamente com Marcos hoje ou amanh�.

Ter�a-feira, Outubro 13, 2009

PTdoB aumenta 14 vezes em Goi�s e quer tr�s deputados estaduais e um federal em 2010

De partido pequeno a emergente. � assim que o PTdoB se v� em Goi�s, hoje, ap�s mais de dois anos de filia��es partid�rias e crescimento acelerado. De 11 diret�rios municipais em 2006, a sigla tem hoje cerca de 140 diret�rios. De um mil filiados h� dois anos, para 14 mil integrantes ap�s o prazo final de filia��es, no �ltimo dia 3 de outubro. Aumento de 14 vezes.

L�der do partido na Assembleia, o deputado Wellington Valim tra�a planos ousados para 2010. Pensa em eleger ao menos tr�s deputados estaduais � hoje s�o dois � e um federal. �Vamos reeleger a mim e ao Ti�ozinho Costa na Assembleia e eleger o vereador Deivison Costa federal�, explicou.

Para alcan�ar o objetivo, Wellington lembra que o partido filiou pelo menos 11 lideran�as pol�ticas, com chances de conseguir uma vaga na AL. �S�o potenciais candidatos que se filiaram ao partido no prazo final de filia��es. Sem falar no Deivison, ex-presidente da C�mara de Goi�nia, que tem todas as chances de ser eleito�. Deivison tem muita for�a no segmente evang�lico na Capital e pode surpreender nas urnas.

Saber se o PTdoB atingir� as metas tra�adas pelo parlamentar, s� as urnas, em 2010, poder�o dizer. Por�m, ano passado, nas elei��es municipais, o partido atingiu marcas importantes. Elegeu, pela primeira vez, dois prefeitos em Goi�s � Iran Ferreira (Colinas do Sul) e Daves Soares (Itapuranga). Sem falar em mais 36 vereadores.

�Demos um salto gigantesco em 2008, mas queremos mais e temos potencial para isso�, afirmou Wellington, que antes de migrar para o PTdoB, na v�spera da elei��o de 2006, fazia parte do PP de Inhumas. �Sa� do PP, n�o me arrependo e hoje n�o quero mais voltar. Meu objetivo � fazer crescer o PTdoB.�

S� para fazer um comparativo de for�as, o PDT, partido tradiconal em Goi�s e no Brasil, tem o mesmo n�mero de parlamentares na Assembleia que o PTdoB.

Segunda-feira, Outubro 05, 2009

STF arquiva um processo contra parlamentar por semana

Levantamento realizado pelo Congresso em Foco revela que somente nos �ltimos quatro meses o Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou 14 den�ncias contra deputados federais e senadores. O n�mero representa, em m�dia, um processo a menos por semana contra os parlamentares na mais alta corte do Judici�rio brasileiro (veja a lista dos processos arquivados).

Os arquivamentos s�o a outra face de um curioso hist�rico do Supremo. Embora n�o tenham faltado nos �ltimos anos congressistas acusados pelos mais diversos tipos de crime, nunca o tribunal condenou um congressista. Quase sempre, os procedimentos s�o encaminhados para arquivamento. Em muitos casos, isso ocorre depois de o processo prescrever, ap�s mofar por anos a fio nas gavetas da burocracia da Justi�a. H�, por�m, quem atribua o desolador destino das acusa��es � m� qualidade das den�ncias apresentadas, como disse o ministro Marco Aur�lio em entrevista ao Congresso em Foco. Uma cr�tica, ali�s, rebatida pelos policiais federais.

A pesquisa feita pelo site levou em considera��o o recesso dos ministros, entre 2 de julho e 3 de agosto. De acordo com o levantamento, foram arquivados nos �ltimos quatro meses 12 inqu�ritos (investiga��es preliminares) e duas a��es penais (procedimentos que podem resultar em condena��es). O motivo do arquivamento n�o � apontado no servi�o de acompanhamento processual dispon�vel no portal do STF, que serviu de base para a pesquisa.

As den�ncias descartadas pelos ministros tratam de 14 tipos de transgress�es previstas no C�digo Penal brasileiro e na lei eleitoral.

Processos aumentam

Apesar dos arquivamentos constantes, aumentam os processos contra congressistas em raz�o da quantidade de den�ncias oferecidas ao STF pelo Minist�rio P�blico Federal, com base em investiga��es da Pol�cia Federal. Nos �ltimos quatro meses, elas foram mais do que o dobro do n�mero de processos descartados.

No per�odo verificado, o Supremo recebeu 30 acusa��es contra 25 parlamentares: 26 inqu�ritos e quatro a��es penais contra 21 deputados federais e quatro senadores da Rep�blica.

Os novos procedimentos alcan�am pelo menos nove tipos de crime. As acusa��es mais frequentes s�o as de crime de responsabilidade e peculato (apropria��o, por funcion�rio p�blico, de qualquer bem m�vel de que tem a posse em raz�o do cargo, em proveito pr�prio ou alheio), com seis registros cada. Na sequ�ncia, aparecem as suspeitas por crime contra a Lei de Licita��es, com cinco investiga��es.

Quinta-feira, Outubro 01, 2009

�rf�o de Meirelles, Alcides d� sinais de que busca 3� via


Diante da prefer�ncia dada ao PMDB pelo presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, o governador Alcides Rodrigues (PP) articula qual caminho ser� percorrido na elei��o de 2010. A chamada 3� via, uma alian�a de seu partido com o PR e o DEM, ganha for�a entre a c�pula governista. Prova disso foi um caf�-da-manh� entre o pepista e o presidente regional democrata, deputado Ronaldo Caiado, ontem, embaixo das jabuticabeiras do Pal�cio das Esmeraldas. Sem testemunhas.
Mas o tom da conversa, pelo visto, animou Caiado, que tenta viabilizar sua candidatura ao governo. Em seu Twitter, postou o seguinte coment�rio: �Sempre ouvi falar, mas nunca tinha tido oportunidade. Pela 1� vez, chupei jabuticaba no Pal�cio das Esmeraldas, hoje, com o governador (Alcides Rodrigues).� Ainda no miniblog, ap�s ser questionado se a fruta tinha sido doce ou amarga, o democrata respondeu �doce�. �Foi um caf�-da-manh� que caiu muito bem�, completou.
Caiado estava em Bras�lia, onde � l�der da bancada do DEM na C�mara, quando recebeu a convoca��o do governador, na �ltima ter�a-feira � noite. Retornou a Goi�nia �s 7 horas de ontem s� para o encontro. �s 11, j� estava de volta a Bras�lia. Questionado pelo Di�rio da Manh� sobre o teor da conversa, o deputado afirmou que nunca escondeu a sua simpatia por uma 3� via para contrapor PMDB e PSDB, mas que n�o iria falar sobre o assunto porque �ainda � cedo�. �A conversa envolveu 2010, mas ainda � cedo. Temos at� o dia 30 de junho para definir candidato�, despistou. O democrata afirmou que n�o conversar� com outra legenda, porque est� �com o governador Alcides Rodrigues�.
Sobre a filia��o de Meirelles ao PMDB, Caiado s� disse que se trata de decis�o individual. �Nunca fui de comentar algo que n�o existe, fizeram muita especula��o, mas hoje ele est� filiado ao PMDB. Cada um segue o caminho que quiser. Posso opinar apenas sobre o partido e o grupo do qual fa�o parte�, afirmou. A iniciativa tomada por Alcides de partir para o ataque pretende tamb�m sinalizar aos prefeitos da base que existem outras possibilidades, que Henrique Meirelles n�o era o �nico �s na manga.
O DM apurou que Alcides vai realizar eventos nos pr�ximos dias para unir seu grupo e dos partidos aliados. Com a poss�vel filia��o do secret�rio da Fazenda, Jorcelino Braga, ao PP, os governistas pretendem fortalec�-lo para a disputa interna, que deve se acirrar nos pr�ximos meses para ver quem da 3� via poderia encabe�ar a chapa.
Caiado tentar� mais uma vez candidatura em n�vel nacional. Incentivado pelo deputado federal Sandro Mabel, o PR aposta no vice-governador Ademir Menezes, que pode assumir o governo, caso Alcides dispute cargo eletivo. O PSB, do presidente da Goi�sTurismo, Barbosa Neto, e o PTN, de Francisco Gedda, tamb�m s�o cotados para compor a chapa.

Roriz se filia ao PSC para ser candidato ao governo


�Vamos � vit�ria!� Com esta frase, o ex-governador Joaquim Roriz reafirmou sua candidatura ao Governo do Distrito Federal e definiu a raz�o de sua filia��o ao Partido Social Crist�o (PSC), depois de deixar o PMDB ap�s mais de 20 anos de milit�ncia. �Sa� de um partido grande do ponto de vista quantitativo para um grande partido qualitativo�, discursou Roriz.

A filia��o ocorreu no gabinete do senador M�o Santa (PSC), na Terceira Secretaria do Senado, na presen�a do presidente nacional do PSC, Pastor Everaldo Ribeiro, e de dezenas de deputados federais, entre eles Laerte Bessa (PSC-DF), Bispo Manoel Ferreira (PSC-RJ), Marcondes Gadelha (PSC-PB), Marcelo Melo (PMDB-GO), e outros.

O ex-governador do Distrito Federal disse que a filia��o ao PSC se deu naturalmente, j� que a doutrina partid�ria e mesmo a sigla do partido se identificam completamente com o sentimento pol�tico dele. �Em minha vida pol�tica, eu sempre cuidei e resolvi os problemas sociais, especialmente dos pobres, e sempre fui crist�o, porque sem Cristo nada acontece�, disse.

Em tom emocionado, Roriz relembrou toda a sua trajet�ria pol�tica de vereador, deputado estadual e federal, prefeito de Goi�nia, vice-governador de Goi�s e governador do Distrito Federal por quatro vezes e justificou a motiva��o em ser candidato mais uma vez.

�Eu poderia ficar na fazenda, mas me sentiria mal ao ver tanta injusti�a, tantas casas derrubadas por trator e milhares de pais e m�es desempregados, sem ter comida para os filhos�, disse.

O ex-governador disse que n�o pode mais ficar calado diante dessas injusti�as sociais e da m� gest�o do atual governo, especialmente nas �reas de Sa�de, Seguran�a e Educa��o. �Est� tudo errado, n�o tem dinheiro pra rem�dio porque t� aplicado em banco�, denunciou. �A cada dia piora a qualidade de vida de Bras�lia�, disse.

Roriz conclamou os companheiros do PSC e de outros partidos aliados a trabalhar, desde j�, para construir uma alian�a com o povo brasiliense para que, em 2010, sejam vitoriosos e tragam de novo a esperan�a de uma vida melhor.

Iris diz que tem �vivido muitas emo��es�


�Tenho vivido muitas emo��es na minha caminhada, grande parte desde a constitui��o do PMDB.� Foi assim que o prefeito de Goi�nia, Iris Rezende, abriu o discurso que fez durante a filia��o do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ao PMDB. Resgatou a hist�ria do partido que �surgiu da alma de um povo oprimido, do sentimento de uma na��o que n�o se conformava com o regime ditatorial�. Iris recorreu ao retrospecto para saudar a filia��o de Meirelles a partido de �altos e baixos�, �gl�rias e frustra��es�, mas que existe �no cora��o e na consci�ncia de uma parcela consider�vel da popula��o�. Constata��o, garante Iris, amparada em pesquisas, que apontam o PMDB, segundo ele, como a legenda �mais querida pelos goianos�.

Meirelles deu sequ�ncia � narrativa positiva sobre o partido. �O que formou o PMDB foi a vontade e a vis�o de homens e mulheres que viram que o Pa�s precisava seguir na dire��o correta e se organizaram. N�o � um partido de um grupo, mas de milh�es de brasileiros. Essa � a ess�ncia da democracia. Essa � a ess�ncia do PMDB.� Ap�s relembrar a hist�ria do PMDB, o presidente do BC agradeceu � generosidade de Iris, a quem aprendeu a �admirar desde os tempos de estudo em Goi�nia�. �Obrigado pela generosidade, pela lealdade expressa de forma indubit�vel.�

E completou, transformando opini�o de senso comum em bandeira. �Os que ficam falando mal da pol�tica ser�o governados pelos pol�ticos. � importante a participa��o geral em todos os n�veis. Porque no �mbito pol�tico s�o tomadas as decis�es.�

Nenhum dos cinco deputados federais goianos do PMDB assistiu � filia��o de Meirelles ontem, em Goi�nia. Aus�ncia mais not�vel foi a da deputada Iris de Ara�jo, presidente nacional do PMDB e esposa do prefeito de Goi�nia, Iris Rezende. O presidente estadual do PMDB, Adib Elias, citou o trabalho que os deputados t�m em Bras�lia como motivo do desfalque.

Luiz Bittencourt, deputado federal, justificou a aus�ncia e criticou a filia��o de Meirelles: �De cima para baixo, sem ampla discuss�o e di�logo com todos os segmentos do partido. Respeito o presidente do BC e sua trajet�ria, mas o que sei da sua vida pol�tica � que ele filiou-se ao PSDB em 2002, elegeu-se deputado federal, e deixou o partido antes de tomar posse, para trabalhar com o governo do PT. O PMDB precisa se refor�ar, mas precisa refor�ar tamb�m a sua democracia interna, evitando que decis�es sejam tomadas de forma centralizada. Onde j� se viu falar que um partido aceita que um rec�m-filiado possa se candidatar a qualquer cargo. E como ficam as pretens�es de quem milita no PMDB h� anos?�

Olvanir Andrade foi decisivo nas articula��es

Ligado historicamente ao prefeito Iris Rezende (PMDB), desde o advento da redemocratiza��o nos anos 1980, o atual s�ndico da Encol, Olvanir Andrade, � o grande respons�vel pelas articula��es que garantiram a filia��o do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ao PMDB. Foi o apartamento dele, no Setor Oeste, o ambiente que abrigou todos os encontros de l�deres do partido com o executivo, at� que a decis�o final fosse anunciada.

Ex-secret�rio particular de Iris na primeira gest�o � frente do governo do Estado, que come�ou em 1983, e chefe de Gabinete do ent�o senador da Rep�blica na segunda fase do mandato, Olvanir tem larga experi�ncia pol�tica. Al�m disso, � amigo de inf�ncia de Meirelles. Os dois estudaram juntos no chamado per�odo de ouro do col�gio Lyceu de Goi�nia e nunca perderam o contato, mesmo durante os longos anos em que o executivo goiano surpreendeu o Brasil ao assumir o comando internacional do BankBoston.

Com os primeiros sinais de Meirelles apontando que viria para a disputa em 2010, Olvanir utilizou de toda a sua capacidade de articula��o para convencer a autoridade monet�ria do Brasil a trilhar os caminhos do PMDB, mesmo diante do peso e da for�a do PP do governador Alcides Rodrigues.

Para convencer Meirelles, Olvanir ganhou um aliado decisivo: o pr�prio prefeito Iris Rezende, que se empenhou desde o in�cio para tornar realidade a empreitada. Os argumentos utilizados durante as conversa��es foram definitivos: a for�a da maior legenda do Estado, o comando dos maiores munic�pios e a alta popularidade de Iris em face da administra��o na Prefeitura de Goi�nia. Ou seja, um suporte e tanto para que Meirelles possa optar na hora certa. As alternativas s�o o governo, o Senado ou a vice na chapa do PT � Presid�ncia da Rep�blica.

Palavras de Meirelles: somar, lealdade, esperan�a e crescer

O discurso de Henrique Meirelles (BC) ontem na filia��o ao PMDB foi ponderado, como j� era esperado, mas marcado por palavras-chave, escolhidas a dedo. Numa refer�ncia direta ao prefeito Iris Rezende, destacou a lealdade e sinceridade. E deixou claro que o PMDB em Goi�s � Iris. Ao falar de seu novo partido, Meirelles frisou as palavras democracia, esperan�a e futuro e disse que chegava na legenda para somar. Agradou em cheio Iris e demais peemedebistas. Como bandeira para 2010, Meirelles enfatizou seu trabalho nos �ltimos sete anos no comando do BC para consolidar o crescimento econ�mico do Pa�s, �que ajudou Goi�s a atrair investimentos privados e a gerar milhares de empregos�, numa resposta �s cr�ticas tucanas. Sobre seu futuro: �Eu tenho a vis�o de um futuro progressista, de desenvolvimento. � o que vejo para o Pa�s e para Goi�s. Levem esta mensagem para casa, para o trabalho�. J� pede votos. Na sa�da do diret�rio, Meirelles sentou na poltrona da frente e do lado da janela do �nibus que o levaria de volta ao aeroporto. Est� no p�reo para 2010.

 

 

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