Depois de um primeiro momento de discursos conciliat�rios que destacavam a democracia e a nova forma de fazer pol�tica no PPS, a troca de socos e pontap�s marcou a elei��o da nova executiva do partido, em que Gilvane Felipe foi escolhido presidente.
O tumulto teve in�cio com discurso do ex-deputado estadual Leandro Sena. Ele foi o primeiro a falar na fase de elei��o, ap�s a abertura do congresso e depois que tucanos j� haviam deixado o local. Leandro reclamou da falta de valoriza��o das lideran�as, com cr�ticas �s �ltimas gest�es.
O ex-deputado ultrapassou o limite de tr�s minutos concedido a cada orador e solicitou mais tr�s. Mesmo ap�s o novo limite, ele continuou lendo o discurso de quatro p�ginas, sob protestos de parte dos presentes. Logo come�ou a briga. Aliados de Leandro dizem que ele foi atacado. J� o outro lado afirma que partiu do orador o primeiro soco contra integrantes da sigla.
Leandro diz que n�o bateu nem apanhou. �N�o ficaram satisfeitos com as verdades que falei e quiseram me agredir. Mas, gra�as a Deus, sa� ileso, n�o fui tocado�, disse, admitindo que dois aliados entraram na briga para defend�-lo. O ex-deputado disse que iria � delegacia registrar ocorr�ncia por �tentativa de agress�o�. Ele acusou Darlan Br�s de ter iniciado a confus�o.
Darlan registrou ocorr�ncia no 4� Distrito Policial e fez exame de corpo de delito, informou o comando do partido. Ele alega que foi Leandro quem provocou a briga.
Gilvane disse que a conduta do ex-deputado ser� avaliada pela comiss�o de �tica do partido. O presidente eleito defende a expuls�o de Leandro.
Os delegados votaram tamb�m a favor da alian�a com o DEM e o PSDB e ao apoio a Marconi Perillo em 2010.
O tumulto teve in�cio com discurso do ex-deputado estadual Leandro Sena. Ele foi o primeiro a falar na fase de elei��o, ap�s a abertura do congresso e depois que tucanos j� haviam deixado o local. Leandro reclamou da falta de valoriza��o das lideran�as, com cr�ticas �s �ltimas gest�es.
O ex-deputado ultrapassou o limite de tr�s minutos concedido a cada orador e solicitou mais tr�s. Mesmo ap�s o novo limite, ele continuou lendo o discurso de quatro p�ginas, sob protestos de parte dos presentes. Logo come�ou a briga. Aliados de Leandro dizem que ele foi atacado. J� o outro lado afirma que partiu do orador o primeiro soco contra integrantes da sigla.
Leandro diz que n�o bateu nem apanhou. �N�o ficaram satisfeitos com as verdades que falei e quiseram me agredir. Mas, gra�as a Deus, sa� ileso, n�o fui tocado�, disse, admitindo que dois aliados entraram na briga para defend�-lo. O ex-deputado disse que iria � delegacia registrar ocorr�ncia por �tentativa de agress�o�. Ele acusou Darlan Br�s de ter iniciado a confus�o.
Darlan registrou ocorr�ncia no 4� Distrito Policial e fez exame de corpo de delito, informou o comando do partido. Ele alega que foi Leandro quem provocou a briga.
Gilvane disse que a conduta do ex-deputado ser� avaliada pela comiss�o de �tica do partido. O presidente eleito defende a expuls�o de Leandro.
Os delegados votaram tamb�m a favor da alian�a com o DEM e o PSDB e ao apoio a Marconi Perillo em 2010.


