Lotado no Senado Federal desde 1986, Haroldo Feitosa Tajra foi o bra�o direito de todos os primeirossecret�rios da Casa desde a gest�o de Carlos Wilson, em 2001. L�, ajudou a administrar um Or�amento de R$ 2,7 bilh�es por ano e esteve � frente de muitas licita��es para contrata��o de empresas fornecedoras.
Conhecia como poucos o funcionamento das nomea��es e transfer�ncias de verbas feitas por interm�dio dos chamados atos secretos, estopim para a sucess�o de esc�ndalos no Senado. Este ano, em meio � crise que apeou da diretoria-geral o at� ent�o todo-poderoso Agaciel Maia, Tajra foi indicado pelo atual primeirosecret�rio Her�clito Fortes (DEM-PI) como novo diretor do Senado. \
A rela��o com Her�clito � antiga. Os dois s�o piauienses e suas fam�lias se conhecem h� duas d�cadas. Haroldo � primo do primeiro-suplente de Her�clito, Jesus Tajra, que foi deputado pelo Pfl, hoje DEM. S� que, nomeado h� menos de um m�s numa tentativa de p�r um ponto final aos desmandos e irregularidades cometidas no Senado, o novo diretor-geral j� corre o risco de ter o mesmo destino do antecessor.
Conforme denunciou ISTO� em sua �ltima edi��o, Haroldo � um dos expoentes da estrutura operada pelo servidor Aloysio Brito Vieira que o DEM montou para controlar com m�o de ferro a primeira secretaria. Entre 2005 e 2008, atuou afinado com o primeirosecret�rio Efraim Morais (DEM-PB), que agora � acusado de receber R$ 300 mil mensais da Ipanema Empresa de Servi�os Gerais e Transportes.
Tamb�m foi frequentador ass�duo das festas promovidas em Bras�lia pelo ex-primeiro-secret�rio Romeu Tuma (ex-DEM hoje PTB-SP) e seu filho Robson, o Tuminha, que durante a administra��o do pai, entre 2003 e 2004, tinha contatos frequentes com o grupo que organizava as licita��es do Senado. Haroldo mantinha ainda um relacionamento estreito com o ex-diretor da C�mara Adelmar Sabino, que prestou consultoria a Tuma no per�odo em que ele comandava a primeira secretaria.
Gra�as a sua grande influ�ncia e capacidade de operar nos bastidores, Sabino passou 18 anos no comando administrativo da C�mara. Era uma esp�cie de Agaciel Maia de l�. Quando chegou ao Sal�o Azul, Sabino teve Haroldo como aliado de primeira hora, gra�as a sua boa rela��o com o empresariado.
Conhecia como poucos o funcionamento das nomea��es e transfer�ncias de verbas feitas por interm�dio dos chamados atos secretos, estopim para a sucess�o de esc�ndalos no Senado. Este ano, em meio � crise que apeou da diretoria-geral o at� ent�o todo-poderoso Agaciel Maia, Tajra foi indicado pelo atual primeirosecret�rio Her�clito Fortes (DEM-PI) como novo diretor do Senado. \
A rela��o com Her�clito � antiga. Os dois s�o piauienses e suas fam�lias se conhecem h� duas d�cadas. Haroldo � primo do primeiro-suplente de Her�clito, Jesus Tajra, que foi deputado pelo Pfl, hoje DEM. S� que, nomeado h� menos de um m�s numa tentativa de p�r um ponto final aos desmandos e irregularidades cometidas no Senado, o novo diretor-geral j� corre o risco de ter o mesmo destino do antecessor.
Conforme denunciou ISTO� em sua �ltima edi��o, Haroldo � um dos expoentes da estrutura operada pelo servidor Aloysio Brito Vieira que o DEM montou para controlar com m�o de ferro a primeira secretaria. Entre 2005 e 2008, atuou afinado com o primeirosecret�rio Efraim Morais (DEM-PB), que agora � acusado de receber R$ 300 mil mensais da Ipanema Empresa de Servi�os Gerais e Transportes.
Tamb�m foi frequentador ass�duo das festas promovidas em Bras�lia pelo ex-primeiro-secret�rio Romeu Tuma (ex-DEM hoje PTB-SP) e seu filho Robson, o Tuminha, que durante a administra��o do pai, entre 2003 e 2004, tinha contatos frequentes com o grupo que organizava as licita��es do Senado. Haroldo mantinha ainda um relacionamento estreito com o ex-diretor da C�mara Adelmar Sabino, que prestou consultoria a Tuma no per�odo em que ele comandava a primeira secretaria.
Gra�as a sua grande influ�ncia e capacidade de operar nos bastidores, Sabino passou 18 anos no comando administrativo da C�mara. Era uma esp�cie de Agaciel Maia de l�. Quando chegou ao Sal�o Azul, Sabino teve Haroldo como aliado de primeira hora, gra�as a sua boa rela��o com o empresariado.


