Dos 14 que aprovaram anu�nios para servidores, 7 s�o de categorias beneficiadas
Pelo menos sete dos 14 deputados que aprovaram anteontem a proposta de emenda constitucional que recria o adicional por tempo de servi�o para parte do funcionalismo beneficiaram suas profiss�es de origem. Os servidores beneficiados pela proposta podem ter aumento de at� 35%, caso o projeto avance no
Congresso e se torne lei. A proposta originalmente concedia o adicional apenas a ju�zes e promotores, mas o benef�cio foi estendido a mais de 30 categorias. Esses setores fizeram lobby na C�mara.
Dos sete que votaram a favor, quatro s�o delegados: o relator Laerte Bessa (PMDB-DF), Francisco Ten�rio (PMN-AL), Marcelo Itagiba (PMDB-RJ) e Jo�o Campos (PSDB-GO). H� um promotor, Carlos Sampaio (PSDB-SP); um auditor fiscal, Jo�o Dado (PDT-SP); e um funcion�rio p�blico, Washington Luiz (PT-MA) - todos de carreiras beneficiadas. Jo�o Dado disse que sua categoria merece:
- Afinal, sem auditores, a sonega��o de imposto no Brasil, que j� n�o � pequena, seria maior ainda. � justo.
- Era privil�gio conceder apenas para duas categorias. As outras tamb�m t�m esse direito - justificou Itagiba.
Pelo menos sete dos 14 deputados que aprovaram anteontem a proposta de emenda constitucional que recria o adicional por tempo de servi�o para parte do funcionalismo beneficiaram suas profiss�es de origem. Os servidores beneficiados pela proposta podem ter aumento de at� 35%, caso o projeto avance no
Congresso e se torne lei. A proposta originalmente concedia o adicional apenas a ju�zes e promotores, mas o benef�cio foi estendido a mais de 30 categorias. Esses setores fizeram lobby na C�mara.
Dos sete que votaram a favor, quatro s�o delegados: o relator Laerte Bessa (PMDB-DF), Francisco Ten�rio (PMN-AL), Marcelo Itagiba (PMDB-RJ) e Jo�o Campos (PSDB-GO). H� um promotor, Carlos Sampaio (PSDB-SP); um auditor fiscal, Jo�o Dado (PDT-SP); e um funcion�rio p�blico, Washington Luiz (PT-MA) - todos de carreiras beneficiadas. Jo�o Dado disse que sua categoria merece:
- Afinal, sem auditores, a sonega��o de imposto no Brasil, que j� n�o � pequena, seria maior ainda. � justo.
- Era privil�gio conceder apenas para duas categorias. As outras tamb�m t�m esse direito - justificou Itagiba.


