O promotor de Justi�a da comarca de Trindade, Jos� Ant�nio de S�, ouviu ontem a irm� e da m�e do prefeito Ricardo Fortunato, Michele Fortunato e Irani Oliveira, respectivamente, no inqu�rito civil p�blico que apura den�ncias de irregularidades na administra��o municipal. Segundo funcion�rios da prefeitura, Michele trabalhava na secretaria de Assist�ncia Social de Trindade sem v�nculo com a administra��o p�blica.
No depoimento ao Minist�rio P�blico (MP), Michele negou que trabalhasse na secretaria e disse que suas idas ao �rg�o eram �ocasionais� em fun��o da �afetividade que tem com a m�e�. J� Irani afirmou que �n�o gosta de andar no carro da secretaria� e que, por ter �uma fam�lia muito unida�, a filha se presta a lev�-la todos os dias no trabalho.
�Esse foi o ponto inicial das investiga��es. Agora vamos prosseguir as dilig�ncias ouvindo outras pessoas da prefeitura, inclusive o assessor do prefeito que afirmou que Michele prestava um trabalho volunt�rio � secretaria�, informa o promotor.
Jos� Ant�nio se refere a Ladislau Couto, assessor de comunica��o da prefeitura, que disse ao POPULAR que Michele trabalhava sem receber sal�rio. Na secretaria, a funcion�ria que atendeu ao telefone tamb�m disse que Michele trabalhava no �rg�o e que ficava no local durante o dia. Para o MP, essa situa��o, se comprovada, � irregular. �N�o se pode exercer fun��o p�blica informalmente. Isso n�o existe�, diz o promotor. (N�bia L�bo)
No depoimento ao Minist�rio P�blico (MP), Michele negou que trabalhasse na secretaria e disse que suas idas ao �rg�o eram �ocasionais� em fun��o da �afetividade que tem com a m�e�. J� Irani afirmou que �n�o gosta de andar no carro da secretaria� e que, por ter �uma fam�lia muito unida�, a filha se presta a lev�-la todos os dias no trabalho.
�Esse foi o ponto inicial das investiga��es. Agora vamos prosseguir as dilig�ncias ouvindo outras pessoas da prefeitura, inclusive o assessor do prefeito que afirmou que Michele prestava um trabalho volunt�rio � secretaria�, informa o promotor.
Jos� Ant�nio se refere a Ladislau Couto, assessor de comunica��o da prefeitura, que disse ao POPULAR que Michele trabalhava sem receber sal�rio. Na secretaria, a funcion�ria que atendeu ao telefone tamb�m disse que Michele trabalhava no �rg�o e que ficava no local durante o dia. Para o MP, essa situa��o, se comprovada, � irregular. �N�o se pode exercer fun��o p�blica informalmente. Isso n�o existe�, diz o promotor. (N�bia L�bo)
�Esse foi o ponto inicial das investiga��es. Agora vamos prosseguir as dilig�ncias ouvindo outras pessoas da prefeitura, inclusive o assessor do prefeito que afirmou que Michele prestava um trabalho volunt�rio � secretaria.�
Jos� Ant�nio de S�, promotor de justi�a


