
A apresenta��o pelo presidente Luiz In�cio Lula da Silva de documento do governo federal que autoriza o Estado de Goi�s a obter empr�stimo para resolver a situa��o da Celg teve tempero pol�tico: o petista cobrou a revela��o sobre os respons�veis pelo �rombo� na estatal. Em visita a Itumbiara (200 quil�metros de Goi�nia) na tarde de ontem para inaugura��o de escolas t�cnicas federais, o presidente abriu o discurso comentando o desfecho das negocia��es com o governo goiano e destacou que a situa��o da empresa � �ca�tica�.
Ao final do evento, em entrevista coletiva, o presidente disse que os problemas da Celg ser�o resolvidos com a concess�o do empr�stimo. �Mas � preciso saber quem causou o rombo na Celg. O que estamos dando � condi��es para a Celg funcionar como uma grande empresa de energia, capaz de ter condi��es de tomar empr�stimos e fazer novos investimentos para o Estado de Goi�s. � por isso que n�s atendemos ao pedido do governador (Alcides Rodrigues, PP)�, afirmou.
O an�ncio do presidente foi recebido com intensos aplausos e com as autoridades de p�. No palanque, estavam lideran�as dos partidos aliados em n�vel nacional � da oposi��o, apenas a senadora L�cia V�nia (PSDB) � e o secret�rio estadual da Fazenda, Jorcelino Braga, que disse que sua presen�a devia-se apenas � expectativa pela oficializa��o do empr�stimo.
Lula lembrou as audi�ncias com o governador e Braga em novembro e fevereiro. �Um tempo desse, o companheiro Alcides foi a Bras�lia com seu secret�rio da Fazenda para me levar a situa��o ca�tica que estava a empresa de energia, devendo mais de R$ 1 bilh�o e que, se n�o pagasse as suas d�vidas, teria pouca capacidade para fazer investimento. Tenho um informe aqui da Secretaria do Tesouro Nacional que autorizou o companheiro Alcides a fazer o empr�stimo de R$ 1,350 bilh�o�, afirmou o presidente mostrando o documento.
Em entrevista exclusiva para o POPULAR, publicada ontem, o presidente Lula j� havia confirmado publicamente a disposi��o em garantir ao Estado o empr�stimo para a Celg. O acerto sai depois de idas e vindas em um ano e meio de negocia��es.
Lula chegou a Itumbiara por volta das 16h10, com mais de uma hora de atraso. Foi recebido no aeroporto por Alcides, pelo prefeito de Goi�nia, Iris Rezende (PMDB), e pelo anfitri�o, Jos� Gomes da Rocha (PP). Iris e Jos� Gomes chegaram � cidade de carro. O governador chegou de avi�o, acompanhado por auxiliares e aliados do governo.
No palanque estavam presentes os deputados federais Rubens Otoni (PT), Jovair Arantes (PTB), Sandro Mabel e Chico Abreu � ambos do PR �, os ministros Franklin Martins (Comunica��o) e Fernando Haddad (Educa��o), o vice-governador Ademir Menezes (PR), o prefeito de Aparecida de Goi�nia, Maguito Vilela (PMDB), os secret�rios Roberto Balestra (Extraordin�rio) e Joel Sant�Anna Braga (Ci�ncia e Tecnologia), entre outras autoridades.
Em discurso de 36 minutos, Lula falou de investimentos em educa��o, cobrou o piso dos professores de R$ 950 (leia reportagem 11), disse que continuar� aumentando gastos com pessoal para melhorar �reas de sa�de e educa��o e condenou a acusa��o contra alunos do Prouni que possuem carros de luxo � disse que � precipitado falar sem investiga��o detalhada e prometeu suspens�o da bolsa em casos comprovados de fraude.
Ao final do evento, em entrevista coletiva, o presidente disse que os problemas da Celg ser�o resolvidos com a concess�o do empr�stimo. �Mas � preciso saber quem causou o rombo na Celg. O que estamos dando � condi��es para a Celg funcionar como uma grande empresa de energia, capaz de ter condi��es de tomar empr�stimos e fazer novos investimentos para o Estado de Goi�s. � por isso que n�s atendemos ao pedido do governador (Alcides Rodrigues, PP)�, afirmou.
O an�ncio do presidente foi recebido com intensos aplausos e com as autoridades de p�. No palanque, estavam lideran�as dos partidos aliados em n�vel nacional � da oposi��o, apenas a senadora L�cia V�nia (PSDB) � e o secret�rio estadual da Fazenda, Jorcelino Braga, que disse que sua presen�a devia-se apenas � expectativa pela oficializa��o do empr�stimo.
Lula lembrou as audi�ncias com o governador e Braga em novembro e fevereiro. �Um tempo desse, o companheiro Alcides foi a Bras�lia com seu secret�rio da Fazenda para me levar a situa��o ca�tica que estava a empresa de energia, devendo mais de R$ 1 bilh�o e que, se n�o pagasse as suas d�vidas, teria pouca capacidade para fazer investimento. Tenho um informe aqui da Secretaria do Tesouro Nacional que autorizou o companheiro Alcides a fazer o empr�stimo de R$ 1,350 bilh�o�, afirmou o presidente mostrando o documento.
Em entrevista exclusiva para o POPULAR, publicada ontem, o presidente Lula j� havia confirmado publicamente a disposi��o em garantir ao Estado o empr�stimo para a Celg. O acerto sai depois de idas e vindas em um ano e meio de negocia��es.
Lula chegou a Itumbiara por volta das 16h10, com mais de uma hora de atraso. Foi recebido no aeroporto por Alcides, pelo prefeito de Goi�nia, Iris Rezende (PMDB), e pelo anfitri�o, Jos� Gomes da Rocha (PP). Iris e Jos� Gomes chegaram � cidade de carro. O governador chegou de avi�o, acompanhado por auxiliares e aliados do governo.
No palanque estavam presentes os deputados federais Rubens Otoni (PT), Jovair Arantes (PTB), Sandro Mabel e Chico Abreu � ambos do PR �, os ministros Franklin Martins (Comunica��o) e Fernando Haddad (Educa��o), o vice-governador Ademir Menezes (PR), o prefeito de Aparecida de Goi�nia, Maguito Vilela (PMDB), os secret�rios Roberto Balestra (Extraordin�rio) e Joel Sant�Anna Braga (Ci�ncia e Tecnologia), entre outras autoridades.
Em discurso de 36 minutos, Lula falou de investimentos em educa��o, cobrou o piso dos professores de R$ 950 (leia reportagem 11), disse que continuar� aumentando gastos com pessoal para melhorar �reas de sa�de e educa��o e condenou a acusa��o contra alunos do Prouni que possuem carros de luxo � disse que � precipitado falar sem investiga��o detalhada e prometeu suspens�o da bolsa em casos comprovados de fraude.
�� preciso saber quem causou o rombo na Celg. O que estamos dando � condi��es para a Celg funcionar como uma grande empresa de energia, capaz de ter condi��es de tomar empr�stimos e fazer novos investimentos para o Estado de Goi�s. � por isso que n�s atendemos ao pedido do governador.�
Luiz In�cio Lula da Silva,cobrando explica��es sobre rombo na estatal goiana
�O companheiro Alcides foi a Bras�lia para me levar a situa��o ca�tica que estava a empresa de energia, devendo mais de R$ 1 bilh�o e que, se n�o pagasse as suas d�vidas, teria pouca capacidade para fazer investimento.�
Lula,ao falar sobre o pedido de socorro feito pelo governador
�Que ningu�m se engane. Em 2010, vou trabalhar para fazer a minha sucess�o e para eleger os candidatos a governador que contribu�ram com o Pa�s e com seus Estados.�
Lula,quando perguntado sobre as elei��es estaduais e presidencial de 2010
Fonte: O Popular


