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S�bado, Novembro 29, 2008Sexta-feira, Novembro 28, 2008C�mara aprova reforma administrativaFoi aprovado ontem (28), em �ltima vota��o pela C�mara Municipal o projeto da reforma administrativa da Prefeitura Municipal de Senador Canedo, para o pr�ximo mandato. O projeto foi aprovado na integra, sem qualquer altera��o por parte dos vereadores e agora vai para san��o do prefeito Vanderlan Cardoso (PR). Conforme o blog adiantou com exclusividade no inicio da semana, a partir de 2009 a prefeitura contar� com estrutura administrativa menor do que a atual, passando de 22 para13 secretarias.
Articulador da aprova��o do projeto na C�mara, o secretario de Governo, Joaquim �Liminha�, informou que sua experi�ncia junto Poder Legislativo facilitou tramita��o do projeto na Casa de Leis. �J� fui vereador por 16 anos em An�polis, isso facilita a comunica��o os vereadores�, afirmou. O secretario ainda disse que tem uma admira��o pelo trabalho dos vereadores, que segundo ele � elo de liga��o com a popula��o. �S�o eles que est�o recebendo as reivindica��es do povo, por isso temos que valorizar o trabalho feito pelo vereador�. Clique na imagem abaixo veja com ser� a estrutura administrativa da prefeitura de Senador Canedo em 2009. Quinta-feira, Novembro 27, 2008Produzir aprova projetos de usinasO conselho deliberativo do programa Produzir, presidido pelo secret�rio de Ind�stria e Com�rcio, Luiz Medeiros, aprovou projetos para o Estado, que inclu�ram destilarias de �lcool em Nova Roma e em Doverl�ndia, cujos investimentos diretos da ordem de R$ 130,1 milh�es e de R$ 191,3 milh�es, respectivamente, v�o gerar 1.220 novas vagas de trabalho. Foram oito os munic�pios beneficiados com novos projetos: An�polis, Doverl�ndia, Formosa, Senador Canedo, Urua�u, Nova Roma, �guas Lindas e Itabera�.
Fonte: DM Quarta-feira, Novembro 26, 2008"Ditadura" tucana Doze dos 13 senadores do PSDB se reuniram ontem � noite na sede do partido, em Bras�lia, e por unanimidade reelegeram Arthur Virg�lio (AM) como l�der do partido no Senado.� s�tima vez consecutiva que isso ocorre. Virg�lio ocupa o cargo desde que chegou no Senado em 2003. A reelei��o dele ser� oficializada hoje. N�o � de descartar a hip�tese de o presidente cubano Fidel Castro enviar um telegrama a Virg�lio desejando-lhe longa vida. E de o presidente venezuelano Hugo Ch�vez telefonar interessado em saber qual � o segredo de Virg�lio para se manter no mesmo cargo durante tanto tempo. Fonte: Blog do Noblat Governo libera R$ 1,6 bi para SC e outros EstadosAcompanhado do governador Luiz Henrique (PMDB), Lula sobrevoou, na tarde desta quarta (26), munic�pios de Santa Catarina que se encontram sob �guas. Ficou "impressionado". O presidente promete apor o jameg�o numa medida provis�ria destinada a socorrer os Estados �s voltas com o excesso de chuvas. Ser� liberado R$ 1,6 bilh�o para Santa Catarina e outras regi�es. Dinheiro a ser repartido assim: R$ 720 milh�es para a��es de defesa civil; R$ 350 milh�es para recupera��o de portos (tudo em Santa Catarina); R$ 280 milh�es para recupera��o de estradas (R$ 150 milh�es para Santa Catarina); R$ 150 milh�es para a��es das For�as Armadas; R$ 100 milh�es para a��es de sa�de (todo o valor para Santa Catarina). Subiu para 97 o n�mero de mortos em Santa Catarina. A cifra vai passar da centena. H� 19 pessoas desaparecidas. As imagens do flagelo s�o chocantes. Na cena abaixo, v�-se o munic�pio de Itaja�. Bom que Lula tenha providenciado uma �janela� em sua agenda para testemunhar o drama. Ter�a-feira, Novembro 25, 2008Exclusivo - Reforma administrativa chega a C�mara de Senador CanedoDesde ontem (25), est� em tramita��o na C�mara Municipal de Senador Canedo o projeto de lei que altera a estrutura administrativa da prefeitura que est� na Comiss�o de Constitui��o e Justi�a (CCJ) e deve passar por sua primeira vota��o na sess�o de hoje (25) � noite. O projeto foi apresentado para os vereadores na tarde de ontem (24), pelo secret�rio de Finan�as St�nio Nascimento e o secret�rio de Governo Joaquim Liminha. A apresenta��o contou com participa��o de Jeovalter Correia, ex-presidente da Ag�ncia Goiana de Administra��o e Neg�cios P�blicos � AGANP e todos os vereadores atuais dos vereadores eleitos Diney (PTB) e Vilmar Lima (PSDB).
De acordo com vereador Geraldo do Detran (PR), os pontos mais importantes da proposta � a redu��o de 22 secretarias para 13, diminuindo nove pastas na administra��o municipal. �Muitas secretarias ser�o incorporadas por outras�, afirmou o vereador. Outro ponto da reforma que Geraldo informou foi relacionado � redu��o de cargos comissionados na prefeitura. �Haver� a extin��o de 430 cargos comissionados e os cortes ser�o em todas as secretarias�, alertou. O vereador disse ainda que medida pretende blindar a queda da receita do munic�pio, j� que, os recursos do munic�pio n�o acompanhou o crescimento das despesas, outro fato que agravou ainda mais a situa��o � a crise mundial, que segundo o vereador provocar� uma queda vertiginosa da arrecada��o do munic�pio. �Os t�cnicos informaram que devemos fazer uma economia de R$ 584 mil mensais, para o equil�brio das contas da prefeitura�disse Geraldo. Para o secret�rio de Finan�as, St�nio Nascimento, os ajustes s�o necess�rios o secret�rio tamb�m dividiu a elabora��o da reforma com o ex-presidente da AGANP. �O Jeovalter foi o grande timoneiro do projeto�, disse Stenio. An�lise O Brasil e o resto do mundo deve pagar caro pela crise financeira que o EUA desencadeou pelo mundo e Senador Canedo n�o diferente. Para alguns as medidas duras tomadas pelo prefeito ser�o interpretadas de maneira adversas. Mas todos administradores est�o cortando na carne para manter o equil�brio das contas p�blicas, foi assim a esfera federal onde a equipe econ�mica Lula j� estuda medidas para reduzir o or�amento, no estado de Goi�s onde o secretario Braga promoveu um s�rio ajuste fiscal para salvar o governo Alcides Rodrigues (PP) e na capital o prefeito �ris Rezende (PMDB) tamb�m est� reduzindo 14 pastas para adequar a realidade financeira mundial. Porque a crise atinge Senador Canedo Justamente porque a recess�o gerada pela crise, provoca uma redu��o nas vendas e consequentemente a queda da arrecada��o nos impostos diminuindo assim a arrecada��o da Uni�o, estados e munic�pios. Conseguimos com exclusividade o novo quadro administrativo da prefeitura, caso os vereadores aprovem a reforma, veja abaixo; As li��es de irm� MargaridaArtigo publica na �ltima sexta-feira (21) no jornal Di�rio da Manh� Nos dias atuais, em que impera o individualismo, somos surpreendidos pelo trabalho de irm� Margarida (85). Uma religiosa radicada em Goi�nia, com 1,40m e 47quilos, que d� um verdadeiro tapa na cara da sociedade por atuar sem hipocrisia na defesa de um mundo que a mesma sociedade ignora e segrega. Seu rosto cansado pelas marcas do tempo evidencia mais de 73 anos dedicados a pessoas renegadas pelo destino ou pela l�gica perversa do capital. Religiosa que fugiu ao controle da Igreja Cat�lica, rompendo normas em defesa da caridade. �L� vai a freira estrambelhada�, referindo-se ao tratamento dado a ela por setores conservadores da Igreja, quando a mesma partia para sua jornada junto a moradores de rua, prostitutas e presidi�rios. Com sua voz cansada, ela logo se entusiasma quando cita seus 54 filhos, para irm� Margarida, sua maior conquista. Na d�cada de 1980, a religiosa abrigou e foi respons�vel pela cria��o e educa��o de 54 crian�as, que hoje s�o pessoas bem-sucedidas em suas respectivas vidas. A noite cai quando um dos trabalhos de irm� Margarida � iniciado, juntamente com um grupo da Casa de Apoio Lar de Jesus, percorrendo as ruas na madrugada gelada de Goi�nia, fornecendo sopa ao grande n�mero de moradores de rua da Capital. �J� morei em um prost�bulo�, afirma a religiosa. Ao fazer refer�ncia ao trabalho desenvolvido junto �s prostitutas, de acordo com ela, em certo momento, o caminho mais f�cil para levar um conforto espiritual para cinco prostitutas foi morar com elas. �Hoje, minhas filhas est�o fora daquela vida�, informou a religiosa. Durante suas visitas aos prost�bulos na madrugada, ela diz que suas filhas (tratamento dado por ela �s profissionais do sexo) s� atendem os volunt�rios depois que a religiosa � vista. Para ela, existe uma rela��o de confian�a. �Quando chego, uma olha de longe com olhar assustado e diz para outras: �Podem vir, � a nossa m�ezinha!��, disse a freira, com um sorriso largo no rosto. Outra �rea de atua��o acontece junto aos presidi�rios no Cepaigo, a quem a religiosa faz um alerta. Segundo a freira, todo trabalho feito pelos presidi�rios no per�odo em que est�o cumprindo pena � remunerado pelo Estado. Quando saem em liberdade, os mesmos n�o procuram a Caixa para sacar a quantia. �H� mais de 1.500 contas na Caixa Econ�mica Federal com dep�sitos em nomes dos presos.� Resolvi publicar esses relatos da religiosa pelos seguintes motivos: primeiro, com o intuito de mostrar como as pessoas podem romper qualquer barreira em nome da caridade e levar um pouco de alento a quem necessita. Segundo, porque foi uma sensa��o �nica presenciar o sorriso da freira relatando com prazer os 73 anos de caridade feitos por ela em Goi�nia. E terceiro, ao ver a religiosa dedicar toda uma vida a uma jornada em nome do amor ao pr�ximo, sinto que a melhor homenagem para irm� Margarida seria ajudarmos uns aos outros sem pedir nada em troca. Prefeitura de Trindade � �arrombada� pela 3� vezFuncion�rios da Prefeitura Municipal de Trindade tiveram uma surpresa ao chegar ao trabalho ontem: as salas do Departamento de Pessoal, da Topografia e da Secretaria de Educa��o estavam arrombadas. A prefeitura informou que os supostos �assaltantes� levaram apenas alguns documentos do Departamento de Pessoal.
O �atentado� foi notado por volta das 5h30, quando a faxineira chegou para o trabalho. A Pol�cia Militar foi acionada, e peritos de Goi�nia interditaram os departamentos para inspecionarem o local. Ontem � tarde, o secret�rio de Comunica��o da prefeitura, Jos� Moreira, afirmou que os documentos furtados n�o tinham �grande import�ncia�. Apesar do ocorrido, o expediente funcionou normalmente ontem. O que chama a aten��o � que a prefeitura j� foi �arrombada� tr�s vezes em menos de um m�s, e em nenhum dos casos foram levados documentos ou objetos de valor, segundo o secret�rio. Moreira disse desconfiar que quest�es pol�ticas teriam sido o piv� do �ltimo arrombamento. �Reviraram os documentos do Departamento de Pessoal. Se foi por raz�es pol�ticas, a �nica explica��o � que a futura gest�o n�o quer que os concursados ocupem cargos na prefeitura e por isso teriam inten��o de sumir com estes documentos.� Moreira afirma que, no in�cio do ano, a prefeitura realizou concurso p�blico para o provimento de mais de 30 vagas nas �reas da Sa�de, Gest�o P�blica, Educa��o e Tr�nsito, al�m de mec�nicos. �Observo que a futura gest�o n�o quer que os concursados sejam convocados, at� porque isso lhes retiraria o poder de chamar os comissionados para come�arem a trabalhar em 2009�, disse o secret�rio. Ele diz que prefere n�o acreditar que a invas�o tenha se dado por conta de �picuinhas pol�ticas�: �N�o temos nada a esconder, pois nossas contas e documentos est�o em dia.� Prefeito eleito na cidade, Ricardo Fortunato (PMDB) rebate Jos�. �Eu n�o preciso me preocupar. Quem deve ficar atento � George, porque foram furtados documentos que podem ser importantes.� O peemedebista tamb�m disse que a comiss�o de transi��o de governo j� foi formada e que n�o existe atrito com o tucano. �Quanto ao concurso realizado�, diz Fortunato, �minha equipe j� est� com todos os documentos. Vamos analisar a lisura da convoca��o de vagas, mas, a princ�pio, n�o soubemos de nada il�cito; n�o tenho nada a ver com o arrombamento.� Fortunato espera que documentos do concurso n�o tenham sumido. O prefeito George Morais n�o foi localizado pela reportagem. Fonte: DM Sexta-feira, Novembro 21, 2008MP lan�a manual para formar vereadorNilson Gomes
O Minist�rio P�blico de Goi�s lan�ou ontem o manual O Vereador, com orienta��es jur�dicas aos novos integrantes de C�maras Municipais. O evento, em Urua�u, a 287km de Goi�nia, reuniu cerca de 300 vereadores de 38 munic�pios do Norte do Estado, al�m de dez prefeitos, ju�zes e promotores. O MP vai realizar outros seis encontros em diferentes regi�es de Goi�s. � a primeira vez que a forma��o dos vereadores recebe aten��o de inst�ncia representativa de poder. A obra explica em linguagem simples como deve agir o Legislativo. A necessidade do manual foi ressaltada em um gesto: o procurador-geral de Justi�a, Eduardo Abdon, pediu para levantarem a m�o os eleitos para o primeiro mandato. A plat�ia quase inteira ergueu os bra�os. Em todo o Estado, a renova��o nas C�maras chegou a 70%. �Sou novo no assunto e quero aprender com o manual�, disse Ademir Bizinho, vereador estreante em Hidrolina. O livro foi eleito por nove promotores, sob coordena��o de Marlene Nunes, chefe do Centro de Apoio do Patrim�nio P�blico. O evento durou o dia todo e teve como atra��es palestras com o tema do livro, a instru��o do vereador. Houve bons debates, principalmente sobre prefeituras e Tribunal de Contas dos Munic�pios, os �rg�os que mais influ�ncia t�m sobre as C�maras. �O TCM n�o est� ali para ajeitar situa��o do gestor, mas para auxiliar as C�maras�, lembrou a promotora Marlene Nunes, que repetiu diversas vezes que a fun��o do vereador � fiscalizar. Fonte: Hoje Quinta-feira, Novembro 20, 2008Cai o comando das policias em GOAp�s uma reuni�o ontem � noite com sua equipe de Seguran�a P�blica, o governador Alcides Rodrigues anunciou mudan�as no comando da Pol�cia Militar e da Pol�cia Civil. Na PM saiu o comandante-geral, coronel �dson Costa. Para substitu�-lo foi anunciado o coronel Ant�nio Elias. Na Pol�cia Civil deixou o cargo o delegado-geral, Marcos Martins, que ser� substitu�do pelo delegado especial, Aredes Correia Pires.
Coincid�ncia ou n�o, as mudan�as na seguran�a p�blica foram decididas ap�s a divulga��o pela imprensa do crescimento das estat�sticas da criminalidade no Estado, especialmente em Goi�nia, considerada a campe� proporcionalmente, em ocorr�ncias de homic�dios no Pa�s. Tem sido noticiada tamb�m a constata��o do descontrole e da incapacidade do poder p�blico, diante do aumento de problemas relacionados com o tr�fico de entorpecentes na cidade. C�mara aprova cota em federais a alunos da rede p�blica![]() A C�mara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (20), um projeto que reserva metade das vagas em universidades p�blicas federais, vinculadas ao Minist�rio da Educa��o, para alunos que cursaram todo o ensino m�dio em escolas p�blicas. Dentro desta cota, haver� ainda sub-cotas para beneficiar negros, ind�genas e estudantes de baixa renda. O projeto segue para vota��o no Senado. Segundo o texto, as universidades teriam quatro anos para se adaptar �s cotas. A divis�o destas cotas ser� feita de acordo com o percentual de negros, pardos e �ndios encontrados na popula��o do estado em que est� a institui��o de ensino. Em um estado, por exemplo, que tenha 20% de negros, pelo menos 20% das vagas reservadas a escolas p�blicas ter�o de ser ocupadas por negros. Uma outra sub-cota reserva metade das vagas de escola p�blica para os estudantes que tem renda familiar per capita inferior a 1,5 sal�rio m�nimo. O deputado Paulo Renato (PSDB-SP) afirma que este ser� o crit�rio mais eficiente na redu��o da desigualdade. �Todos os dados t�m dito que � a situa��o de renda da fam�lia que determina o desempenho diferencial entre os estudantes sistemas de ensino�. O l�der do governo, Henrique Fontana (PT-RS), acredita que o projeto ser� capaz de melhorar as condi��es de acesso dos mais pobres �s universidades p�blicas e eliminar diferencia��es raciais. �O projeto revoluciona o acesso ao ensino p�blico superior no pa�s. A C�mara hoje marca uma mudan�a na historia do acesso ao ensino publico superior�. Al�m de tornar obrigat�rias as cotas para as universidades p�blicas federais, o projeto abre a possibilidade de que as universidades privadas adotem cotas na forma desta lei. Fonte: G1 Comiss�o rejeita emenda que reduzia carga tribut�ria![]() Vota��o varou a madrugada e s� foi conclu�da �s 5h53 Aprovada, proposta segue para o plen�rio da C�mara Deputados j� prev�em que texto sofrer� modifica��es Depois de quase dez horas de sess�o, a comiss�o especial da reforma tribut�ria concluiu a vota��o da proposta. Deu-se �s 5h53. O texto base do relator Sandro Mabel (PR-GO) fora aprovado ainda na noite de quinta (19). Mas havia um lote de emendas sugerindo altera��es. Decidiu-se entrar pela madrugada. Foram exatas nove horas e 53 minutos ininterruptos de sess�o. Quem sobreviveu aos debates, como o signat�rio do blog, ficou com a impress�o de que, conclu�da a vota��o, produziu-se um monstrengo que, longe de reduzir, pode aumentar a carga de tributos. As m�s inten��es ficaram expl�citas no instante em que foi votada uma emenda propondo uma regra expl�cita de redu��o de tributos. A poda seria gradual: 1% ao ano, durante os pr�ximos oito anos. A proposta, de autoria do deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) foi, obviamente, rejeitada pela maioria governista. S� DEM, PSDB e PPS disseram "sim". Contra a vontade do relator Sandro Mabel, aprovou-se uma emenda que afaga os brasileiros pobres: isentaram-se de tributos os alimentos que comp�em a cesta b�sica. Evitou-se, de resto, um esc�ndalo. Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pendurara na reforma uma emenda que obrigava o governo a renegociar os d�bitos tribut�rios de sonegadores, parcelando-os. Sandro Mabel revelou-se simp�tico � esperteza. Disp�s-se a incorpor�-la ao seu texto depois de uma negocia��o com o minist�rio da Fazenda. Houve uma grita generalizada. E terminou prevalecendo o bom senso. A proposta foi ao lixo. Vai abaixo um resumo de algumas das vota��es da madrugada. H� informa��es tamb�m aqui. Carga tribut�ria: a comiss�o rejeitou emenda que propunha a redu��o gradual da carga tribut�ria no pa�s. Apresentada por Paulo Bornhasen (DEM-SC), a emenda sugeria uma poda de 1% ao ano: 0,6% sobre tributos federais, 0,3% sobre impostos estaduais e 0,1 sobre os municipais. A redu��o vigoraria por oito anos. O relator Sandro Mabel atacou: "Gostaria de poder fazer uma redu��o de carga tribut�ria por lei, decreto ou emenda; mas, pelo que estudei [...], n�o � assim que se faz". Parcelamento: na calada da madrugada, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tentou enganchar na reforma tribut�ria uma emenda com cara de esc�ndalo. Propunha o parcelamento de d�vidas tribut�rias de sonegadores. O relator Sandro Mabel revelou-se simp�tico � id�ia. Levada a voto, a emenda foi rejeitada. Ao anunciar o resultado, Antonio Palocci (PT-SP) disse: �Por unanimidade�. Zona Franca: aprovou-se emenda que prorroga por 20 anos (at� 2033) os incentivos fiscais para a zona de livre com�rcio de Manaus. Cesta b�sica: aprovou-se tamb�m emenda que isenta os produtos da cesta b�sica do pagamento de ICMs. O relator Sandro Mabel foi contra. Disse que a desonera��o imporia �graves preju�zos� aos Estados que produzem alimentos. O plen�rio da comiss�o deu de ombros. Prevaleceu o argumento de que a isen��o da cesta b�sica beneficia os consumidores pobres. Contribui��es: A proposta de Sandro Mabel autorizava a cria��o de novas contribui��es por meio de lei complementar. PDT e PSDB subiram no caixote. Alegaram que contribui��es como a extinta CPMF s� podem ser criadas por emenda constitucional. Qual � a diferen�a? Leis complementares s�o mais f�ceis de aprovar no Congresso. Emendas constitucionais exigem vota��es com qu�rum mais alto. Modificou-se o texto de Mabel. Novas contribui��es dependem de emendas � Constitui��o, mais dif�ceis de aprovar. Min�rios: rejeitou-se emenda do PSDB. Propunha a exclus�o do artigo que eleva de 2% para 3% os royalties cobrados sobre a extra��o de min�rio. Que passam a incidir sobre o faturamento bruto das mineradoras, n�o mais sobre o fatruamento l�quido. Softwares: a proposta de Sandro Mabel instituiu a cobran�a de ICMs nas opera��es de venda de softwares (programas de computador). O PSDB apresentou emenda para retirar a novidade do texto. Foi rejeitada pela comiss�o. Mabel, por�m, comprometeu-se em reabrir as negocia��es antes da vota��o no plen�rio da C�mara. Reciclagem: foi aprovada uma emenda do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). Isenta de ICMs a comercializa��o de sucata usada como mat�ria-prima para reciclagem. O esfor�o noturno da comiss�o foi importante apenas at� certo ponto. O ponto de interroga��o. Antes mesmo do t�rmino da sess�o, j� se falava em modificar o aprovado. O relator Mabel anunciou a inten��o de produzir o que chamou de �emenda aglutinativa�, incorporando pontos que ainda semeiam a disc�rdia. Sabe que, sem isso, a reforma vai naufragar no plen�rio. Ali, a proposta vai enfrentar 16 inimigos invis�veis: governadores de Estado que se op�em �s mudan�as. Para tentar seduzir alguns deles, Mabel fez uma s�rie de concess�es. Fonte: Blog do Josias Compra da Nossa Caixa 'equilibra o jogo' entre grandes bancos, diz MantegaMinistro lembrou que, recentemente, Ita� e Unibanco se fundiram. Segundo ele, � bom que BB e Caixa tenham 'poder de competi��o'. A compra da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, opera��o que foi anunciada nesta quinta-feira (20), equilibra o "jogo" entre os grandes bancos do pa�s, segundo avaliou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele lembrou que, recentemente, o Ita� anunciou sua fus�o com o Unibanco e, com isso, criou a maior institui��o financeira n�o s� do pa�s, mas tamb�m da Am�rica Latina. "� bom porque equilibra o jogo entre os grandes bancos brasileiros. Aumenta a competi��o. � bom que o BB e a Caixa tenham um poder de competi��o com os grandes bancos brasileiros de modo a beneficiar os correntistas, os que tomam cr�dito no mercado. Vimos que � importante, em um momento de crise financeira como esse, termos bancos p�blicos fortes e importantes", disse Mantega. Segundo ele, a aquisi��o tamb�m fortalece o Banco do Brasil, que passa a contar com mais 300 ag�ncias no estado de S�o Paulo, onde a institui��o do governo federal tinha uma "presen�a pequena". Questionado se o BB vai buscar recuperar a lideran�a de maior banco do pa�s, perdida justamente com a fus�o do Ita� com o Unibanco, Mantega respondeu que o importante � que a institui��o financeira seja "forte". "Que tenha um volume grande de cr�dito. [O BB] j� tinha ativos de R$ 400 bilh�es e, com a Nossa Caixa, vai para mais de R$ 450 bilh�es. � um banco respeit�vel, que est� entre os 20 maiores do mundo", afirmou. Mantega lembrou ainda que o BB est� autorizado, por meio da Medida Provis�ria 443, a fazer outras aquisi��es. Entretanto, disse que isso ocorrer� se houver "necessidade para ajudar o setor privado". "Ele [BB] est� habilitado a comprar algum banco privado. A MP 443 facilitou. Antes, a compra se daria por meio de troca de a��es. Isso n�o seria mais poss�vel porque o mercado acion�rio ficou conturbado e os valores patrimoniais ficaram muito defasados. N�o teria dado para fazer na modalidade antiga. Mas a MP 443 acabou viabilizando opera��o", concluiu. Cr�dito A compra da Nossa Caixa pelo BB pode contribuir para a libera��o de cr�dito em meio � crise financeira mundial, segundo a avalia��o do professor de economia da PUC-SP, Ant�nio Corr�a de Lacerda. "A aquisi��o � importante porque os bancos p�blicos t�m fun��o importante no panorama do desenvolvimento do Brasil. Especialmente nesse momento de crise porque t�m de cobrir parte da escassez de cr�dito do sistema privado. Fonte: G1 Quarta-feira, Novembro 19, 2008Hoje � dia da bandeira![]() S�mbolo maior do nosso pa�s a bandeira nacional do Sal�o Nobre da C�mara dos Deputados ficou esquecida no ch�o uma tarde inteira. Do sal�o de caf� da C�mara, deputados olhavam a bandeira e diziam: "ih, a bandeira t� no ch�o". Nenhum deles teve a iniciativa de alertar o servi�o administrativo da C�mara para devolver a bandeira ao seu lugar. Infelizmente a maioria dos pol�ticos do Brasil d�o o mesmo tratamento ao povo brasileiro. Ter�a-feira, Novembro 18, 2008Reforma administrativa atrasa vota��o do or�amento de 2009 O or�amento da Prefeitura de Senador Canedo para o ano de 2009 foi devolvido pela C�mara Municipal ao Executivo, para que a lei seja adequada a fim de atender a reforma administrativa que o prefeito Vanderlan Cardoso (PR), deve fazer no seu pr�ximo mandato. Ontem (17), os vereadores adiaram a pr�xima sess�o ordin�ria para o dia (24). Com a reforma o prefeito deve enxugar a m�quina municipal com extin��o e fus�o de varias secretarias para enfrentar a crise mundial. Outro item a ser alterado no projeto e duod�cimo que no texto original era 5% e deve ser alterado para 8% da receita total do munic�pio. A justificativa dos vereadores � a constru��o do novo pr�dio do Legislativo que dever� ser constru�do ao lado do novo Pa�o Municipal, que est� sendo feito na entrada da cidade em frente ao conjunto Morada do Morro. "� preciso aumentar o verba da C�mara para que os novos vereadores construam a nova sede da C�mara", defendeu Mascarenhas (PPS). O duod�cimo � o nome dado ao repasse que o Prefeitura destina a C�mara para custear as despesas do Legislativo. Presid�ncia Durante a sess�o de ontem ficou evidenciada as articula��es briga pelo comando da Casa de Leis. Apenas dois vereadores reeleitos participaram da sess�o Roberto Lopes (PPS) e Wander David (PTC). Faltaram os vereadores reeleitos Geraldo do Detran (PR), S�rgio Bravo (PSB) e Paulo Roberto (PPS). Nos corredores as conversas de p� de ouvido eram comuns entre os vereadores veteranos e os vereadores eleitos Hamilton da Micos (PV) e Pastor Roni (PDT). Devido a falta dos vereadores a sess�o s� deu quorum pela as presen�as dos vereadores reeleitos Mascarenhas (PPS), Tequinha (PTB), Luiza (PP), Da Mata (PR), Lula diz que quer o BB como maior do Brasil Ele se re�ne com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e com os presidentes dos bancos p�blicos (BNDES, BB e Caixa Econ�mica Federal) nesta ter�a, mas disse que o encontro n�o tratar� apenas desse tema. �Eu sei do interesse do Banco do Brasil, sei do interesse do governo do estado de S�o Paulo e sei do interesse do ministro Guido Mantega [Fazenda], e n�s vamos agora fazer uma avalia��o se � importante, se n�o � importante [a aquisi��o da Nossa Caixa pelo BB] e o que � que se ganha com isso. N�o sai nenhuma decis�o hoje. Essa reuni�o [ com os bancos p�blicos] n�o � para tratar disso propriamente�, avisou o presidente. Por�m, Lula disse que deseja que o Banco do Brasil volte a ser o principal banco do pa�s. A institui��o perdeu o posto depois da fus�o do Ita� com o Unibanco. A compra da Nossa Caixa, que pertence ao governo de S�o Paulo, ajudaria o BB a se aproximar novamente da lideran�a. �O Banco do Brasil era o principal banco do Brasil e com a fus�o do Ita� com o Unibanco ele passou a ser o segundo. E n�s queremos que o Banco do Brasil seja muito maior do que qualquer banco no Brasil�, salientou. Lula disse que ainda n�o tem uma avalia��o sobre o neg�cios envolvendo as duas institui��es e pretende ouvir a diretoria do BB, o ministro da Fazenda e o governador Serra antes de tomar uma decis�o. O presidente n�o deu prazo para a defini��o. Fonte: G1 Segunda-feira, Novembro 17, 2008Como jabuticabaPedro Rodrigues (PP), o vereador mais votado na �ltima elei��o em Patos de Minas, cidade a 400 quil�metros de Belo Horizonte, teve uma id�ia que considerou genial: sortear com a popula��o dois cargos de assessor parlamentar. Cada cargo vale um sal�rio de R$ 1.850,00. Apenas um deles exige do seu eventual ocupante o segundo grau completo. O sorteio foi marcado para o pr�ximo dia 12 no plen�rio da C�mara Municipal. A iniciativa de Rodrigues repercutiu t�o bem em Patos de Minas que ele decidiu sortear os cargos de suplentes dos dois assessores. �N�o dizem que os pol�ticos s� empregam parentes e amigos? Comigo n�o tem isso�, esclareceu. O Minist�rio P�blico Estadual abriu inqu�rito para apurar o caso. Ex-secret�rio-geral do Minist�rio da Justi�a no governo Jos� Sarney, o jurista Jos� Paulo Cavalcanti Filho garante que Rodrigues pode sortear os cargos, sim. E at� deve ser elogiado por isso. O que ele acha errado � que Rodrigues ganhe sal�rio e pague sal�rio a quem o assessora. Exatos 181 pa�ses fazem parte da ONU. Em um s� se paga sal�rio a vereadores ou a pessoas que exercem fun��es equivalentes. Adivinhe... A �nica inven��o brasileira reconhecida em f�runs internacionais � a duplicata mercantil. Data da �poca em que Dom Jo�o VI transferiu para o Rio a sede do imp�rio portugu�s. Nem o avi�o �, apesar do proclamado pioneirismo de Santos Dumont. Pois a segunda inven��o � espera de reconhecimento universal � o vereador pago. O vereador pago � como a jabuticaba, uma fruta genuinamente nacional. Em raros dos outros 180 pa�ses, paga-se simb�lica quantia aos conselheiros municipais. Eles se re�nem em local cedido pela administra��o do lugar. Oferecem l� suas id�ias e v�o para casa. No Brasil, at� 1977, somente os vereadores de capitais recebiam sal�rios. Para fazer m�dia com os pol�ticos depois de ter fechado o Congresso, o general-presidente Ernesto Geisel estendeu o benef�cio aos demais vereadores. Nos 5.561 munic�pios havia um total de 60.267 vereadores at� 2004. A Justi�a Eleitoral passou a faca em mais de oito mil vagas. O Congresso amea�ou aprovar uma Proposta de Emenda � Constitui��o que fixava em 57.295 o n�mero de vereadores. Recuou e o n�mero ficou em 50.653. Poderia ser o dobro disso desde que pouco ou nada custassem aos nossos bolsos. Sabe quanto eles custam? Algo como R$ 4,8 bilh�es anuais. � de lei: 5% da receita do munic�pio servem para pagar os vereadores, seus assessores e as demais despesas de manuten��o da C�mara Municipal. Voc� n�o acha que esse dinheiro seria mais bem empregado caso fosse destinado �s �reas de educa��o e sa�de, por exemplo? Afinal, a produ��o legislativa dos vereadores � irris�ria e vagabunda. Mas pense em propor acabar com a figura do vereador pago. Os deputados estaduais precisam dele para se eleger, assim como os federais precisam dos estaduais � e pelo mesmo motivo. Fonte: Blog do Noblat Senador Canedo, a Dubai do cerrado
"Meu parceiro � o Vanderlan"O senador Marconi Perillo (PSDB), esteve presente no anivers�rio do prefeito Vanderlan, no �ltimo dia 15, na Cicopal em Senador Canedo, juntamente com dois mil convidados. O senador falou com exclusividade para o blog e ao ser questionado como anda sua rela��o com ex-prefeito e seu compadre Divino Lemes (PSDB) o tucano informou tem mais de tr�s meses que existe um sil�ncio entre os dois. "A �ltima vez que falei com foi antes da elei��o",afirmou. Questionado como ser� a parceria politica com Divino Lemes ap�s a elei��o o senador foi categ�rico. "O Divino � do PSDB meu partido, mas minha parceria � com o Vanderlan".
Domingo, Novembro 16, 2008Vanderlan comenta crise no DMMeirelles? Esque�a!
Prefeito de Senador Canedo, Vanderlan Cardoso recha�a a id�ia de Henrique Meirelles voltar a Goi�s para disputar o governo em 2010. �Ele passou a ser figura insubstitu�vel para derrotar a crise financeira�, justifica ele, que � ligado a Sandro Mabel, do PR. Salvador da p�tria Segundo Vanderlan Cardoso, que � empres�rio, a economia brasileira entraria em p�nico se Meirelles deixasse o Banco Central. �O risco-pa�s despenca, o d�lar dispara, as bolsas caem e seria um deus-nos-acuda�, acrescenta. Iris x Marconi Para Vanderlan, a pol�tica de Goi�s vai continuar bipolarizada entre Iris Rezende e Marconi Perillo, sem terceira via. E o PR vai ficar com quem? Ele diz: �Vamos decidir em grupo.� S�bado, Novembro 15, 2008Est�o de olho na AGMPrefeitos que j� colocaram seus nomes a disposi��o como candidatos para presidir a Associa��o Goiana dos Munic�pios (AGM). A AGM em tese tem a fun��o de auxiliar os prefeitos em suas administra��es.
Lineu Olimpio (PTB) - Jaragu� Wellington Baiano (PP) - Itabera� Luizinho Ant�nio Stival (PSDB) - Nova Veneza Raimundo Nonato (PSDB) - Leopoldo de Bulh�es Iris Aur�lio (PSDB) - Cristian�polis M�rcio Cec�lio (PSDB) - S�o Miguel do Passa Quatro Fabinho do Amorim (PR) - Naz�rio Sexta-feira, Novembro 14, 2008Ex-apresentador do Programa Via Livre quer ser presidente da C�mara de Anap�lis. Vereador eleito com 2.651 votos, o mais bem na �ltima elei��o, Carlos Ant�nio (PSC), defende uma renova��o na mesa diretora da C�mara de An�polis, assim como ocorreu com a futura Legislatura. "Me coloco a disposi��o para discuss�o de um nome que possa dar seq��ncia ao que o povo disse nas urnas. � preciso renovar", frisa. Na entrevista, o radialista diz que o PSC n�o pode ser apenas um figurante da gest�o Gomide. O partido, defende ele, deve ocupar uma secretaria que tenha "for�a para ajudar a administra��o".Tribuna do Planalto - Os mais 2.600 votos que o Sr. teve nessa elei��o, sendo o candidato mais bem votado, j� o cacifa para presid�ncia da C�mara Municipal? Carlos Ant�nio - Existe o entendimento que o mais bem votado vai ser o presidente da C�mara, tanto � que quando saio nas ruas as pessoas perguntam se eu irei assumir a cadeira de presidente. Mas n�o � bem assim. � necess�rio haver uma conversa��o, um consenso, ou mesmo em uma eventual disputa que possamos buscar o maior n�mero de votos. Eu me coloco a disposi��o, na condi��o de mais bem votado, de participar da disputa. N�o que isso seja uma imposi��o em cima dos demais vereadores. Mas eu me coloco a disposi��o para discuss�o de um nome que possa dar seq��ncia ao que o povo disse nas urnas. O que ele disse: � preciso renovar. O povo pediu uma renova��o e cabe a n�s, eleitos, fazer isso come�ando pela elei��o da mesa diretora. O fato do sr. fazer parte da coliga��o do prefeito eleito ajuda ou atrapalha? Nenhum, nem outro. N�o ajuda porque o prefeito n�o vai ter uma participa��o direta na elei��o de presidente. E n�o atrapalha porque a sua aus�ncia ajuda na aglutina��o de for�as. O sr. acha poss�vel buscar uma unanimidade nessa elei��o, j� que na �ltima disputa houve um racha entre os vereadores? Olha, sabiamente s�o se coloca nome na discuss�o, pelo menos em todas as conversas que tivemos e que outros vereadores tiveram entre eles. Neste momento vamos discutir quem tem for�a, quem tem condi��es de dar seq��ncia no que o povo pediu nas urnas. � hora de aglutinar mais for�as. S� depois que vamos afunilar para um, dois ou tr�s nomes. Eu acredito que n�o passa disso, de tr�s vereadores com reais condi��es de brigar pela presid�ncia. Essa elei��o � um cavalo de tr�ia, n�s n�o sabemos o que est� escondido. O certo � aguardar para ver o que ocorre l� na frente. Confira a integra da entrevista de Carlos Ant�nio ao jornal Tribuna do Planalto aqui Saiu no Fio direto do DMO anivers�rio do prefeito Vanderlan Cardoso, a ser comemorado amanh� em Senador Canedo, promete colocar frente a frente os caciques do PMDB e do Tempo Novo � de Alcides a Marconi, passando por Iris Rezende e Sandro Mabel. Outros convidados: Dem�stenes Torres, L�cia V�nia e Ademir Menezes.
"Vou solucionar os crimes b�rbaros", diz novo delegado de Senador CanedoOntem pela manh� (14), durante a cerim�nia de posse do delegado Giuliano Lima, no comando da Delegacia de Pol�cia de Senador Canedo. O delegado afirmou que apesar das poucas condi��es de trabalho, como a falta de pessoal e de estrutura, a sua meta como delegado da cidade de Senador Canedo ser� o esclarecimento dos crimes que comoveram a popula��o. �Vamos elucidar os crimes que chocaram as pessoas em Senador Canedo, existem muitos casos que ainda n�o foram solucionados e faremos tudo para esclarec�-los�, afirmou Giuliano. O delegado informou ainda que a falta de um delegado plantonista nos finais de semana e a delegacia do Jardim das Oliveiras ser�o solucionados com a realiza��o do concurso para delegado que o Governo do Estado est� realizando. �S� com a realiza��o do concurso, a Pol�cia Civil poder� atender essas demandas da cidade�. Participaram do evento o prefeito Vanderlan Cardoso (PR), a ju�za Aline Tomaz, vereadores e autoridades municipais. O prefeito Vanderlan ressaltou a vinda do novo delegado e anunciou o refor�o da parceria entre a prefeitura e a Pol�cia Civil, com a constru��o de uma moderna e ampla delegacia na cidade. �J� estamos escolhendo o local para constru��o de uma delegacia modelo, que ira atender as tr�s regi�es da cidade�, informou o prefeito. Ter�a-feira, Novembro 11, 2008DM publica artigo de Alexandre BragaO jornal Di�rio da Manh� publicou na edi��o de hoje (11), um artigo nosso sobre a elei��o americana. Democracia ou desespero? Nos �ltimos dias presenciamos o mundo em um estado de euforia jamais visto, as pessoas passaram a encarar a vit�ria de Obama como a volta de Jesus Cristo ao mundo. A Rede Globo s� faltou transferir o Projac para a terra do Tio Sam. Era comum os notici�rios da emissora serem apresentados ao vivo dos EUA, e seus apresentadores, de forma emocionada, exaltaram a democracia dos EUA como a mais obra- prima da humanidade. Acesse o artigo no DM aqui Segunda-feira, Novembro 10, 2008Tem nova enquete no blogVoc� que votou na elei��o de outubro agora pode escolher o presidente da C�mara Municipal de sua prefer�ncia, basta responder a pergunta (Quem deve presidir a C�mara Municipal de Senador Canedo?), no lado direito do blog. Colocamos os nomes dos vereadores eleitos pela ordem de vota��o.
A �ltima enquete foi a seguinte (Depois da �ltima derrota Divino Lemes, t�m chances em 2012?), os leitores votaram da seguinte forma: Sim 32,47% (25 votos) N�o 67,53% (52 votos) Total: 77 votos Marconi da arrancada rumo a 2010![]() Venceslau Pimentel O senador Marconi Perillo (PSDB) fez do encontro de ontem do partido � no Tattersal do Parque de Exposi��o de Goi�nia � a arrancada da base aliada rumo �s elei��es de 2010. Vestido com camisa azul � e tendo como fundo musical o jingle das duas campanhas eleitorais em que disputou o governo do Estado (em 1998 e 2002), o tucano avisou que, passadas as elei��es municipais, sua tarefa agora ser� a de aglutinar a base aliada, desarticulada por causa das elei��es municipais. Para esse desafio, ele espera contar com o governador Alcides Rodrigues (PP) para arrega�ar as mangas e percorrer os 246 munic�pios goianos. �Vamos mostrar que o Tempo Novo est� viv�ssimo, e que tem muito a fazer por Goi�s�. Apesar dos dez anos de poder no comando do Estado, o senador afirmou que essa corrente pol�tica tem projetos para inovar ainda mais, independentemente de saber quem ser� o candidato nas pr�ximas elei��es. Em que pese a movimenta��o do PMDB, que se considera o grande vencer do pleito deste ano, e que, por isso mesmo, articula o nome do prefeito Iris Rezende para 2010, Marconi disse que a base n�o h� o que temer. �Vamos � luta, sem temer (advers�rios), comparando os nossos governos com os do passado�, pontuou, referindo-se �s gest�es peemedebistas. O tucano sustentou n�o ter medo de enfrentar adversidades. Ao contr�rio, disse que os desafios o provocam � luta, �com f�, confian�a e destemor�, norteando-se na busca da verdade, da liberdade e da democracia. �N�o tememos cara feira de advers�rio�. Indagado se estaria preocupado com a sondagem que o presidente Luiz In�cio Lula da Silva fez ao governador, sobre os seus planos pol�ticos, respondeu que, da mesma forma, o PSDB vem se movimentando com vistas �s pr�ximas elei��es. �Tive um encontro com o governador Jos� Serra, de S�o Paulo, e A�cio Neves, de Minas, e n�s falamos muito sobre 2010�. Ele avaliou como natural as audi�ncias de Alcides Rodrigues com o presidente petista, frisando que o governador deve manter uma pol�tica de aproxima��o com Lula, da mesma forma que ele agia quando era governador, mas tratando de assuntos de car�ter administrativos. Fonte: Hoje An�lise Com o resultado das elei��es municipais deste ano ficou evidente que o PP de Alcides n�o � mais aliado de primeira hora do PSDB de Marconi Perillo, outro fator que foi exposto � que eleitor n�o engoliu o rombo que Marconi deixou nas contas publicas do Estado. Tanto que o n�mero de prefeitos do PSDB encolheu. Eem cidades importantes como Anap�lis, Aparecida de Goi�nia, Catal�o e Rio Verde onde Marconi participou ativamente da campanha seus candidatos foram derrotados. E para acabar de completar o crescimento do PMDB de Iris Rezende foi fundamental para que Marconi sa�sse a campo atr�s do preju�zo. Festa de arrombaA cidade de Senador Canedo deve tremer no pr�ximo dia 15 de novembro, na mesma data em que se comemora a Proclama��o da Republica � o anivers�rio do prefeito Vanderlan Cardoso. Segundo fontes est� sendo preparada uma festa de arromba...
Quinta-feira, Novembro 06, 2008Laudeni consegue secretaria no governoDepois de um m�s o governador Alcides Rodrigues resolve o impasse com a deputada Laudeni Lemes (PSDB).
![]() A deputada Laudeni Lemes (PSDB) deve ocupar a vaga na Secretaria Extraordin�ria do Governo que hoje � do jornalista Jos� Renato de Assis (PR). A decis�o ser� tomada hoje em encontro entre o governador Alcides Rodrigues (PP) e os tucanos Evandro Magal, l�der do governo na Assembl�ia, Helder Valin, futuro presidente da Casa, e Laudeni. A sa�da da tucana vai possibilitar a perman�ncia do pepista, e conterr�neo de Alcides, Carlos Silva na Assembl�ia. A deputada, que acaba de voltar de licen�a, estaria querendo fazer um pedido de �reembolso� pelo per�odo em que esteve fora da Assembl�ia sem remunera��o. Laudeni n�o foi encontrada para falar sobre o assunto. Jos� Renato de Assis afirmou que h� seis meses, mesma �poca em que Laudeni saiu de licen�a para entrada de Carlos Silva na Assembl�ia, teve �ltimo contato direto com o governador. Nesse encontro foi sinalizada a possibilidade da secretaria ser usada para acomoda��o de aliados. Jos� Renato disse ainda que, nesse encontro, o governador teria dito que recompensaria o PR caso fosse necess�ria a transi��o: �Nada foi combinado. Mas, se for necess�rio, estamos prontos para cooperar, sabemos que as acomoda��es existem e s�o necess�rias.� Resultado Deputado Carlos Silva (PP) fica na Assembl�ia e Laudeni Lemes (PP) vai para Secretaria Extraordin�ria do governo estadual. O impasse foi resolvido na manh� de ontem, em reuni�o no Pal�cio das Esmeraldas. Magal n�o confirma acordo financeiro para que a deputada deixasse a Casa. O governador assinou ontem � noite decreto na noite de ontem que nomeia Laudeni para a Secretaria extraordin�ria. An�lise Segundo fontes a deputada teria pedido R$ 500 mil ao governador Alcides Rodrigues (PP), o quantia seria o "reembolso" pela falta de apoio do governador para campanha de Divino Lemes (PSDB) em outubro. Quarta-feira, Novembro 05, 2008A "mudan�a" chegou aos EUA![]() H� muitos componentes para justificar a natureza hist�rica da elei��o de Barack Obama para presidente dos Estados Unidos. O primeiro e mais evidente � a cor da pele dele. Entre n�s Omaba seria chamado de mulato. Para os norte-americanos ele � negro. E n�o faz mais do que 44 anos que a um negro foi permitido nos Estados Unidos entrar em transporte coletivo e ocupar o assento que quisesse. Obama foi suficientemente esperto para n�o se apresentar como o candidato dos negros. Ou dos negros e dos hisp�nicos. Ou dos negros, hisp�nicos e demais minorias que comp�em o extraordin�rio mosaico multiracial da p�tria de todos os migrantes. Obama se ofereceu como o candidato para al�m das ra�as. Como um genu�no representante do pa�s de todas as ra�as. E essa foi uma das raz�es de sua vit�ria. Ela � tamb�m hist�rica porque pela primeira vez nos �ltimos 100 anos - ou mais - os norte-americanos elegeram um candidato de fora do establishment dos partidos. O candidato do establishment do Partido Democrata era a senadora Hillary Clinton, mulher do ex-presidente Bill Clinton, que por oito anos governou o pa�s. A escolha de Hilary era pule de dez at� ela esbarrar em Obama. E quem era Obama antes de se consagrar presidente dos Estados Unidos? Um l�der comunit�rio que em 1996 foi eleito ao Senado de Illinois (org�o integrante da Assembl�ia Geral de Illinois, que constitui o poder legislativo local). Foi reeleito em 2000. E somente em 2004 se elegeu senador dos Estados Unidos. Seu atual mandato deveria terminar em 2011. � duplamente jovem, portanto. Tem 47 anos de idade e apenas quatro como frequentador ass�duo da corte em Washington. Seria impens�vel que algu�m com t�o pouca experi�ncia pol�tica e que jamais ocupou um cargo executivo fosse capaz de de derrotar, primeiro, a m�quina do Partido Democrata se impondo como candidato. E, depois, a m�quina do Partido Republicano que por duas vezes elegeu Bush presidente. E aqui vai outro componente a mais para refor�ar o car�ter hist�rico da elei��o de Obama: quem ganhou foram aqueles que acreditaram que era poss�vel, sim, renovar a pol�tica norte-americana. "Yes, we can", berraram cerca de um milh�o de pessoas que se juntaram ontem � noite em um parque de Chicago para ouvir Obama falar. "Yes, we can", repetiram milh�es de outras pelo pa�s a fora. A vit�ria de Obama foi arrasadora. Ele ganhou com folga no Col�gio Eleitoral e no voto popular. E os norte-americanos ainda lhe deram maioria no Senado e na C�mara dos Deputados. Sempre se poder� dizer que o maior cabo eleitoral de Obama foi Bush com seu desastroso governo. E que a crise financeira que sacode o mundo ajudou a sepultar as �ltimas chances de McCain se eleger. Tudo isso � verdade - e da�? Nada diminui o brilho de uma vit�ria que em mar�o �ltimo, vejam bem, h� apenas oito meses, parecia mais do que improv�vel. Pois bem: em prazo t�o curto, Obama soube vender de forma convincente o sonho da mudan�a. E, mais importante: soube levar milh�es de norte-americanos a se comportarem como agentes da mudan�a. Por um lado, a campanha dele foi convencional porque disp�s de todos os recursos postos � disposi��o de qualquer campanha que tenha dinheiro. Por outro lado, foi uma campanha at�pica, heterodoxa. Porque dependeu para que desse certo da intensa participa��o dos eleitores. Foi isso que explicou o elevado grau de comparecimento �s urnas de eleitores que n�o s�o obrigados a votar. Em janeiro, quando despachar pela primeira vez no Sal�o Oval de Casa Branca, Obama certamente sentir� saudades dos meses de campanha e se lembrar� deles como meses relativamente amenos e agrad�veis se comparados com os que ter� pela frente. Ter�a-feira, Novembro 04, 2008Frases e pensamentos do mundo pol�ticoO deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), ao ser questionado sobre a mudan�a de partido de prefeitos �s v�speras das elei��es de 2004, usou um ditado popular para explicar o que para ele parecia a��o de um de seus advers�rios:
"Tartaruga n�o sobe em �rvore; ou foi enchente ou algu�m colocou ela l�." J� no dia das elei��es municipais de 2008, outras lideran�as pol�ticas goianas tamb�m usaram bons ditados populares para explicar situa��es da pol�tica. Jos� Macedo (PR-GO), prefeito de Aparecida de Goi�nia, explicou assim, como se descobre um verdadeiro amigo (e referindo-se a um deputado de seu grupo que se bandeou para o lado de Maguito Vilela, do PMDB): "Amigo � igual parafuso: se na hora que a apertar a rosca espanar, n�o presta." O deputado federal Sandro Mabel (PR-GO), ao comentar os problemas na administra��o de Jos� Macedo, em Aparecida de Goi�nia, destacou que faltou anunciar as obras. Afinal: "Galinha que bota e n�o canta (anuncia), vira canja." Dias depois o deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO) usou outro ditado popular para informar como estava a situa��o da base aliada ap�s as elei��es de 2008: "Agora � a hora de balan�ar o abacateiro para ver quantos caem e com quantos podemos contar." Fonte: Blog do Vassil
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