Lula comparou o mercado a um adolescente que se julga independente, mas, diante da "primeira dor de barriga", volta para a casa dos pais.
"Quando o mercado teve a dor de barriga, que foi uma diarr�ia insuport�vel,quem � que eles chamaram para salv�-lo? O Estado que eles negaram durante 20 anos. � por isso que o mercado precisa de controle e de regula��o", declarou.
Em outra analogia, para enfatizar que, apesar da crise, ningu�m deve entrar em clima de desespero, disse o seguinte:
"Imagine se um de voc�s fosse m�dico e atendesse um paciente doente. O que voc� falaria para ele? Olha companheiro, voc� tem um problema, mas a medicina j� avan�ou demais, a ci�ncia j� avan�ou demais, n�s vamos dar tal rem�dio, voc� vai se recuperar? Ou voc� diria: Sifu? Voc�s diriam isso para um paciente de voc�s? Voc�s n�o falariam", afirmou, arrancando um misto de riso e constrangimento da plat�ia.
Para o presidente, a crise atual � mais s�ria que a de 1929, considerada a mais grave da hist�ria do capitalismo, mas, mesmo assim, segundo ele, o pa�s n�o pode se acovardar.
"Em �poca de crise, a gente n�o se acovarda. Quanto mais crise, mais investimentos vamos fazer porque isso vai criar emprego e gera��o de renda. N�o podemos deixar que a roda-gigante da economia deixe de girar", afirmou.
Fonte: G1


